O catálogo, na opinião do coordenador dos trabalhos, contribui para melhor compreensão das relações do passado
O catálogo, na opinião do coordenador dos trabalhos, contribui para melhor compreensão das relações do passado e do presente, considerando dois importantes acontecimentos: a indicação, no calendário brasileiro, do dia 20 de novembro como “O Dia Nacional da Consciência Negra” e a promulgação da Lei 10.639, que inclui no Ensino Fundamental o estudo da cultura afro-brasileira.
Para João Eurípedes de Araújo, “a Lei reforça a ideia de que é necessário fazer com que nosso povo compreenda melhor o legado da história e da cultura africanas presentes na formação do Brasil e que o jovem negro se orgulhe das histórias dos seus antepassados e reconheça a grande colaboração dos povos africanos.
O coordenador cita o doutor em Filosofia da Educação, José Sérgio Fonseca de Carvalho, para quem “o estudo da nossa história só estará completo quando olharmos para a totalidade de nossas origens”.
Na introdução do catálogo, o Arquivo Público destaca que o material é instrumento indispensável para o “‘reconhecimento de que, sem o estudo e a compreensão da cultura afro-brasileira, nunca lograremos compreender como chegamos a ser o que somos”.