Moradores do entorno da praça Priscila Silva Mendes, no bairro Tutunas, cobram a poda de árvores no local. No bairro existem diversas praças, um ponto de lazer e diversão para a comunidade, entretanto, ao cair da noite, a praça Priscila Silva Mendes fica bastante perigosa. Os galhos estão cada vez mais baixos e o único poste da Cemig não consegue iluminar a área, pois a lâmpada está acima das árvores, o que impede que a luz atinja a praça. Além disso, os galhos estão encostando na fiação de energia elétrica e isso pode ser perigoso, com risco de acidentes.
De acordo com os moradores da região, por diversas vezes procuraram a Prefeitura para pedir que o serviço fosse realizado, pois, por se tratar de árvores altas, é um trabalho que não pode ser realizado por qualquer um. “Ter a praça na frente da minha casa é bom, um local para que meus netos possam brincar e as árvores trazem aquela sensação de frescor e sombra, mas é preciso manter a poda dos galhos com frequência. Eles já cresceram para os lados de tal forma que até mesmo uma caminhonete, ao passar pela rua, esbarra nas folhas. Caminhão, quando passa, arrasta os galhos, e até mesmo uma pessoa um pouco mais alta consegue alcançar”, explica uma moradora, que preferiu manter a identidade preservada com medo de que alga aconteça com sua família por conta da presença de usuários de drogas.
À noite a praça fica bastante escura, a iluminação é insuficiente para quantidade de galhos e por isso o local fica perigoso. Assaltos a veículos estão acontecendo constantemente, e a praça está sendo frequentada por usuários de drogas. Por isso, muitos têm medo de sair de casa e até mesmo passear no local neste horário. Outra preocupação é com a rede de energia elétrica: alguns galhos estão encostando na fiação, e isso pode ser perigoso, causando acidentes. “Estamos esperando que alguém venha e solucione esse problema, que existe desde o meio do ano passado. Vale ressaltar que algumas árvores estão velhas demais. Os próprios técnicos da PMU já detectaram que estão ocas e por isso podem cair”, afirma a moradora.
Segundo informações repassadas pela assessoria de imprensa da Prefeitura, em junho ano passado os moradores da região solicitaram o corte de árvore. Após vistoria realizada pelos técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, ficou constatado o risco de as árvores caírem e por isso a solicitação foi repassada à Infraestrutura, que fez o corte. Já em fevereiro houve outra reivindicação dos moradores, desta vez para a poda das árvores, serviço este que ainda não foi feito, mas já está programado e deve ser atendido nos próximos 15 dias.