CIDADE

Moradores do Jardim Copacabana sofrem com falta de escola

Segundo Gislene Rodrigues Paula, 35 anos, as principais carências dizem respeito a uma escola e a um posto de saúde, inexistentes no bairro

Paulo Borges
Publicado em 29/06/2012 às 13:12Atualizado em 19/12/2022 às 18:48
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Auxiliar de serviços gerais residente no Jardim Copacabana clama por socorro e pede maior atenção ao bairro por parte dos governantes. Segundo Gislene Rodrigues Paula, 35 anos, as principais carências dizem respeito a uma escola e a um posto de saúde, inexistentes no bairro.

À reportagem do Jornal da Manhã, Gislene afirmou que o ônibus que transporta as crianças para o Cemei Francisca Valias Venceslau - no Pacaembu - e Norma Sueli Borges - no Cidade Ozanan - vai com a lotação extrapolada. “São 83 crianças em um ônibus. Imagine se um ônibus desse tomba?! Pode até acontecer algo mais grave. Acho que o primeiro passo para as melhorias é resolver a situação desse ônibus”, disse, revelando inclusive que nenhum inspetor de alunos acompanha as viagens. “Como estou afastada do trabalho por problemas de saúde, eu mesma vou. Mas, estamos pedindo socorro”, completou.

Transporte dos alunos. A secretária municipal de Educação, Mara Bóscolo, disse que a reclamação chegou à Pasta na semana passada e providências foram adotadas. Um micro-ônibus foi designado para dar suporte ao transporte dos estudantes, no entanto, na terça-feira o veículo apresentou defeito e foi substituído por duas vans. Contudo, segundo a secretária, o motorista de uma das vans disse que o seu serviço ficou ocioso por falta de alunos a serem transportados.

Mara explica que, dentro do contrato da secretaria com a empresa de transporte, são realizadas 25 viagens de estudantes por dia partindo daquela região (Copacabana). O excedente, segundo ela, está sendo feito com as vans.

Diante da reclamação de ontem, ela garantiu para hoje verificar o que realmente acontece, visto que o poder público também não pode designar transporte sem a devida necessidade, como alegou um dos motoristas de vans.

Mara Bóscolo reconhece que a falta de uma escola no bairro é motivo de muitos transtornos, no entanto, ela revela que o município já providencia a construção de um Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) e o Governo do Estado tem o compromisso de construir uma escola no local.

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