Leitores do Jornal da Manhã reclamam que bueiros afundados em ruas da cidade, em decorrência da passagem de veículos, estão causando diversos prejuízos a motoristas e pedestres. Um deles fica na rua Portugal, esquina com a avenida Almirante Barroso, no bairro Fabrício.
De acordo com Artur Eduardo Borges, morador da rua Portugal, o problema tornou-se mais grave há cerca de quatro meses. Ele afirma que já procurou o Codau e a Prefeitura Municipal, mas não obteve sucesso, pois até hoje nenhum técnico ou funcionário do Município sequer foi até o local para fazer uma vistoria ou avaliação do problema. “Já amassei a roda do meu carro duas vezes nele. Se não vem carro pela Portugal, sentido Almirante Barroso, dá para fugir dele, mas se vem carro ou tem veículo esperando o trânsito, de qualquer forma todo mundo tem que passar em cima dele. Fizeram o bueiro e colocaram cimento, mas o cimento quebrou e ele afundou pelo menos uns 10 cm”, conta.
Borges afirma que já foi obrigado a desembolsar R$ 170 para desempenar a roda do seu carro após a passagem sobre o bueiro nestas condições. Ele ressalta também que uma senhora idosa já caiu no local depois de tropeçar no bueiro derrubando todas as compras que havia acabado de fazer num supermercado próximo. O leitor do JM destaca ter procurado a Prefeitura Municipal e o Codau por quatro meses, mas sem sucesso.
E lá não é o único local com esse problema. Nas ruas Rio Grande do Norte, Maranhão e Olegário de Queiroz o problema é o mesmo, mas os bueiros estão tampados, com madeira, para evitar problemas maiores, principalmente em razão do grande fluxo de veículos grandes e pequenos que passam por lá.
Segundo o secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, os bueiros de concreto foram instalados na administração passada. Neste ano já foi feita a licitação para mil bueiros de ferro que já estão sendo instalados na cidade. As demandas solicitadas foram registradas na Infraestrutura e serão solucionadas o mais rápido possível. Vale ressaltar que em locais de pouco movimento ainda pode ser adotada a instalação de concreto de maneira provisória, uma vez que as grades de ferro serão priorizadas para os locais com grande fluxo de veículos, mas no futuro a tendência é que todos sejam substituídos pelas de ferro.