Na rede municipal de saúde deixaram de ser realizadas cerca de 100 consultas com a paralisação de 28 (26%) dos 108 médicos
Na rede municipal de saúde deixaram de ser realizadas cerca de 100 consultas com a paralisação de 28 (26%) dos 108 médicos, entre profissionais do PSF, pediatras, clínicos e ginecologistas. Nas Unidades Regionais de Saúde, sete médicos aderiram ao movimento. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, as consultas canceladas estarão sendo reagendadas com prioridade para que os pacientes não sejam prejudicados.
De acordo com o ouvidor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Evandro Souza, a unidade mais afetada na instituição em virtude do movimento foi o Ambulatório Maria da Glória. O Pronto-Socorro também teve baixa de profissionais, mas o atendimento aconteceu normalmente durante o dia todo. Contudo, ele disse que por meio de um esforço concentrado nenhuma consulta precisou ser adiada, com os profissionais que permaneceram em serviço “produzindo em carga máxima”, inclusive em apoio ao movimento.
Evandro disse que para hoje, segundo dia de paralisação dos profissionais, ainda é uma incógnita o funcionamento das unidades da Universidade Federal, diante da impossibilidade de dimensionar o tamanho da mobilização. Ele apenas garante que há determinação do Ministério Público para que os atendimentos de urgência e emergência sejam mantidos inalterados.