CIDADE

Na Vila Militar, consumidor tem problema há mais de uma semana

Demora na resolução de problema em tubulação foi o que levou a reportagem do JM até a avenida Lucas Borges, na Vila Militar

Paulo Borges
Publicado em 24/04/2012 às 10:39Atualizado em 19/12/2022 às 20:02
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Em virtude de rompimento na tubulação, consumidora está sem água há uma semana na Vila Militar

Mais uma vez, Codau figura na lista de reclamações de leitores do Jornal da Manhã. Demora na resolução de problema em tubulação foi o que levou a reportagem até a avenida Lucas Borges, na Vila Militar. No local, a moradora M.H.S., 40 anos, conta que desde a última quinta-feira (19) ela e a família sofrem com a falta de água.

De acordo com a moradora, que trabalha como esteticista, após um estouro na tubulação de água, sua residência deixou de contar com o abastecimento. Segundo ela, funcionários da autarquia já foram ao local por seis vezes e não solucionaram o problema. “Passamos o fim de semana sem água. Minha calçada já foi destruída e meu quintal está todo enlameado. Meu filho já até caiu com sua moto no buraco aberto por eles. Enfim, a casa está um horror e sem água”, disse.

Por conta do problema, a residência da esteticista não chega a receber a água liberada no final dos dias por causa do racionamento em decorrência do acidente registrado na ETA 3, já noticiado pelo Jornal da Manhã. “Quando a água chega à noite, minha casa não recebe e nós continuamos sem”, salienta.

Para piorar, M. reclama ainda do atendimento via telefone oferecido pela autarquia. “Já liguei várias vezes pedindo explicação. Mas, ficam jogando o problema uns para os outros. No entanto, a partir da segunda ligação, eles já não nos atendem, sendo preciso ligar de outro telefone”, revela, lamentando os dois dias de trabalhos perdidos em razão do imprevisto. “Ainda vou conversar com meu advogado para ver o que posso fazer para ser ressarcida”, adiantou.

De acordo com o Codau, a autarquia já tem conhecimento deste problema e já esteve nesta rua para dar solução ao vazamento. Entretanto, desde a última sexta-feira, com a paralisação da distribuição de água pela adutora que abastece o bairro, não há como verificar se existe apenas um ou mais pontos de vazamento. Com a perspectiva de ocorrer o retorno da distribuição de água pela adutora que atende à região será possível retornar ao local e fazer os testes necessários para verificar se os vazamentos foram estacados.

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