Projeto Água Viva está demandando alterações no transporte coletivo e causando problemas para o cumprimento dos horários, todavia, por meio do monitoramento, o Departamento de Operação do Transporte Coletivo tem conseguido amenizar os impactos.
De acordo com o diretor do setor, Claudinei Nunes, alguns desvios foram necessários para manter a prestação do serviço. “O transporte coletivo é um dos serviços que enfrentam problemas em função da obra do Água Viva e das vias em que estão com o tráfego liberado, pois são muitos ônibus”, comenta o diretor.
Nos horários de pico são cerca de 100 ônibus se movimentando no centro da cidade. E agora, com o fechamento do entroncamento da avenida Guilherme Ferreira com Leopoldino de Oliveira, o movimento do motorista ficou limitado às ruas Governador Valadares, Alaor Prata, Vigário Silva, Manoel Borges e Afonso Rato.
Claudinei comenta que os motoristas levam de dois a três dias para se adequar às mudanças no trânsito e neste período o departamento fica mais atento ao tráfego, monitorando os trajetos na tentativa de cumprir os horários. “Os motoristas acham outros caminhos. Alternativas de desvio. Mesmo com a questão do projeto Água Viva, nós estamos conseguindo cumprir com as metas de cumprimento de horário. Às vezes, alguns horários oscilam, mas acertamos por meio do monitoramento GPS”, afirma.