CIDADE

Para secretário do MS decisão de abrir Hospital Regional é da PMU

O secretário nacional de Atenção Básica à Saúde, Helvécio Magalhães, visitou, na manhã de ontem, as obras do Hospital Regional José Alencar, no bairro Mercês

Paulo Borges
Publicado em 20/12/2012 às 16:06Atualizado em 19/12/2022 às 15:42
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O secretário nacional de Atenção Básica à Saúde, Helvécio Magalhães, visitou, na manhã de ontem, as obras do Hospital Regional “José Alencar”, no bairro Mercês. O secretário falou sobre o andamento da obra e disse que não cabe ao Ministério da Saúde se manifestar sobre a data de inauguração da unidade, mas sim fiscalizar e acompanhar o desenrolar, o andamento das obras, já que os investimentos foram feitos.

De acordo com Magalhães, a obra está sendo acompanhada de perto pelo próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Além disso, a prefeitura está diligenciando para que o bom ritmo seja mantido. “O prefeito Anderson Adauto viabilizou, junto ao Ministério da Saúde, todos os equipamentos para o HR. Os recursos estão na conta, sendo adquiridos. Portanto, é mais uma visita de acompanhamento e verificação do estágio atual, do desenvolvimento. Estamos dialogando no sentido de cada vez mais o sistema de saúde de Uberaba e da região ter o maior acesso, maior qualidade no Sistema Único de Saúde (SUS)”, disse Magalhães.

Por outro lado, o secretário não quis tecer comentários sobre a questão da inauguração do HR. Segundo ele, não cabe ao Ministério da Saúde emitir opinião sobre esse quesito. “Apoiamos esse tipo de iniciativa, por isso estamos financiando os equipamentos. O Ministério reconhece o esforço do prefeito, tanto que é o hospital mais adiantado de Minas Gerais e a prefeitura é, em grande parte, responsável por isso. Agora, a decisão sobre a inauguração cabe à prefeitura, juntamente com o governo do Estado. O Ministério ajuda, viabiliza, mas a decisão é absolutamente local e regional”, esclareceu o secretário.

O reitor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Virmondes Rodrigues Júnior, diz que a instalação do HR deve amenizar o problema da falta de leitos na região. Ele lembrou que apesar de a região ter crescido nos últimos anos, inclusive em relação ao número de habitantes, o número de leitos apresentou diminuição, sobretudo os oferecidos pelo SUS. “Deve atender parte significativa desse déficit. Mas ainda não é o suficiente. Os números apontam que a cidade necessita de aproximadamente 600 leitos e mesmo com o HR não vamos atingi-los”, salientou.

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