Inauguração do Arquivo Público foi adiada para que a ministra da Cultura, Marta Suplicy, esteja presente. Nova data está em análise
Inauguração do Arquivo Público foi adiada para que a ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT), esteja presente. A nova data ainda está em análise por causa da agenda dela, mas deve ser entre 29 de setembro e 3 de outubro. Segundo a superintendente do Arquivo Público, Lélia Bruno, a equipe se sente honrada com a presença e acredita que irá valorizar a inauguração.
O Arquivo Público está de mudança para os antigos galpões da Estação Ferroviária, na Mojiana. A verba para a reforma e adaptação do prédio veio do Ministério da Cultura. O local conta com sala de reunião, auditório, biblioteca de apoio, departamento fotográfico e de mídia, salas de estudos, estúdio de microfilmagem, entre outras estruturas próprias para o arquivo. Também abrigará o Memorial da Imprensa. A sede tem 1.014m², e Lélia informa que “todas as modificações no prédio seguiram as indicações do projeto e mantiveram as características do imóvel, por ser tombado como patrimônio histórico e cultural”.
Ela acrescenta que darão continuidade ao trabalho de recolhimento e preservação do acervo e de documentos de interesse público ativos ou não, disponibilizando-os à comunidade. “O Arquivo não é somente a guarda de documentos. Ele tem como objetivo a preservação e divulgação deles. Temos a parte pedagógica de incentivo aos estudantes e universitários por meio de convênios. Também recebemos muitos pesquisadores”, comenta. Os documentos já estão sendo transferidos para o novo local.
O secretário de Administração, Rômulo Figueiredo, acrescenta que o novo Arquivo Público traz diversos benefícios à população. “Primeiro é a definição de um espaço próprio, porque esta atividade tem crescido de importância nos últimos anos. O efeito direto para a comunidade vem com um espaço bem maior e mais confortável, enfim, adequado. Outro benefício é que estamos recuperando a área, que tinha problemas com vândalos. Vamos intervir nos jardins e criar local bem agradável. Vamos mostrar que somos uma cidade que se preocupa com a cultura e sua memória”, diz. Rômulo ressalta que para o próximo ano existe projeto que irá fazer a digitalização da documentação histórica.
O projeto que envolve o Arquivo Público tem outros componentes que formam a Estação Memória. Futuramente, serão instalados no local a Casa do Artesão, a Academia de Letras e o Museu da Viola. O novo endereço é praça Doutor José Rebouças, bairro Boa Vista.