De acordo com a assessora da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Angelina Martins Botta, é preciso aguardar a instalação de um aterro privado, na Filomena Cartafina
De acordo com a assessora da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Angelina Martins Botta, é preciso aguardar a instalação de um aterro privado, na avenida Filomena Cartafina, para que a Pedreira seja desativada. Neste local será feito o gerenciamento de todo entulho de construção civil. A partir disso, será possível desativar, de forma definitiva, a Pedreira de Léa. A previsão é de que isso aconteça até o final do mês de agosto.
A Pedreira de Léa é usada para descarte de entulho. Porém, também funciona como um local onde as pessoas acabam jogando outros tipos de resíduos, gerando graves impactos ao meio ambiente. Além disso, vale ressaltar que várias pessoas atuam naquele “lixão” na coleta de lixo. Catadores que vieram da Pedreira instalada no bairro Jardim Espírito Santo, área esta que foi revitalizada através de um Plano de Recuperação de Área Degradada. “Existe um cadastro desse pessoal, feito pela Secretaria de Desenvolvimento Social. Portanto, assim que a pedreira for desativada será dado um apoio social pela Prefeitura a estes catadores”, explica Angelina.
No ano passado foi firmado um acordo com o Ministério Público, que vem sendo prorrogado diante da construção de um novo local para receber os entulhos. E agora a previsão é de que com este novo aterro, enfim seja possível desativar a Pedreira de Léa. O local será particular e as pessoas terão de pagar para dispensar os entulhos. “Isso pode refletir no bolso do consumidor. Mas, por outro lado, vai obrigar que seja feita a separação deste material no canteiro de obra. Quanto mais puro, limpo e separado estiver este material assim que chegar na Central de Tratamento, mais barato será o processo”, explica.