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Pesquisa do Procon revela estabilidade no preço dos combustíveis na semana

Tito Teixeira
Publicado em 03/08/2022 às 21:40Atualizado em 18/12/2022 às 21:31
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Apesar da variação para baixo nos preços, na última semana os percentuais foram menores do que aqueles registrados após as mudanças na tributação do etanol e da gasolina (Foto/Jairo Chagas)

Novo levantamento da Fundação Municipal de Defesa do Consumidor (Procon) Uberaba, realizado nessa quarta-feira (3) nos postos do perímetro urbano e rodovias, aponta que, no perímetro urbano, o etanol teve queda de -1,28%, enquanto para a gasolina comum foi de -1,12% e para a gasolina aditivada, de 0,91%.

O preço médio do etanol passou de R$3,91 para R$3,86. A gasolina comum passou de R$5,42 para R$5,36. A gasolina aditivada caiu de R$5,52 para R$5,47. Já o diesel comum passou de R$7,46 para R$7,44, enquanto o diesel S-10 foi de R$7,58 para R$7,57 em média, representando queda de 0,27% e 0,13%, respectivamente.

A pesquisa já está disponível para consulta no aplicativo da instituição. Todos os combustíveis apresentaram queda em relação à pesquisa realizada no último dia 29.

Já nos postos do perímetro rodoviário, o etanol passou de R$3,97 para R$3,96, o que significa variação de 0,25% para baixo em relação à semana anterior. A gasolina comum não teve variação de preço, permanecendo com o valor de R$5,52, enquanto a aditivada apresentou aumento de 0,36%, indo de R$5,62 em média para R$5,64.

O diesel comum também manteve o mesmo valor da última semana, de R$7,44, enquanto o diesel S-10 apresentou variação de -0,26% e passou de R$7,58 para R$7,56.

Paridade. A paridade entre etanol e gasolina comum em Uberaba segue em 72%, conforme o preço médio aferido no levantamento realizado pelo Procon.

Foi estabelecido que, se o valor do etanol fosse até 70% do preço da gasolina, abastecer com o combustível vegetal seria vantajoso. Mas, pela evolução técnica dos motores e do próprio etanol, hoje, essa proporção está diferente e pode chegar a 75%.

O presidente da Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig), Mário Campos, sugere que cada motorista faça as contas e veja qual a proporção é a correta para o seu carro. Para ele, nem mesmo as medições do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, feitas pelo Inmetro, refletem a realidade.

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