CIDADE

PM age em casos em que a perturbação induz a crimes, diz comandante

A equipe de reportagem do Jornal da Manhã questionou o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Waldimir Ferreira

Geórgia Santos
Publicado em 12/12/2014 às 21:15Atualizado em 17/12/2022 às 02:16
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A equipe de reportagem do Jornal da Manhã questionou o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Waldimir Ferreira, sobre o envolvimento da PM nas ações de perturbação do sossego e, de acordo com ele, esse trabalho sempre foi realizado. “A polícia cuida de problemas maiores, como, por exemplo, na Univerdecidade e na praça da Mojiana, locais onde o incômodo é maior, que inclusive envolve a propensão de crimes mais graves. Essa situação envolvendo problemas de vizinhos podem ser resolvidas com a intervenção da Prefeitura”, explica Waldimir.

O comandante orienta ainda que estas pessoas que estão se sentindo incomodadas com o barulho do vizinho, que está extrapolando o permitido, procurem a Aisp mais próxima do local onde moram. Neste caso, os moradores devem ir até a Aisp da avenida Guilherme Ferreira, repassar a situação ao comando e fazer um boletim de ocorrência. Além disso, para que haja resultado efetivo, com a ocorrência em mãos, a pessoa também pode levar ao Ministério Público, para dar sequência ao trabalho da PM, pois de nada adianta o BO sem que sejam dados os devidos encaminhamentos. “A PM pode ate atender à solicitação deste morador no momento do barulho, mas nada impede que ele volte a incomodar, por isso é importante o envolvimento da comunidade para que o problema não exista mais”, diz.

O caso também foi repassado à Guarda Municipal. De acordo com nota encaminhada pela assessoria de imprensa da Prefeitura, conforme relatado pelo diretor da GM, Wesley Massako, a falta de agentes gera impacto no atendimento. “É sabido que estamos com o efetivo reduzido. Entendemos que todas as organizações que têm responsabilidade legal sobre o assunto encontram-se atualmente passando por dificuldades (déficit de efetivo), o que acaba prejudicando o atendimento. Neste sentido, solicitamos a compreensão neste momento e continuaremos dentro de nossa capacidade operativa, para primar pelo bom atendimento. Infelizmente, temos um grande número de demandas por noite e algumas duram quase duas horas, até que seja feito todo o fechamento do serviço”, afirma o diretor.

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