solicitação, segundo morador, foi repassada ao prefeito Anderson no início de março, durante inauguração do Centro Poliesportivo
Morador do bairro Abadia pede a instalação de semáforo no cruzamento das ruas Saldanha Marinho e Iguatama. A solicitação, segundo o morador Carlos Alberto Silva, foi repassada ao prefeito Anderson Adauto no início de março, durante a inauguração do Centro Poliesportivo do bairro Abadia. Porém, até o momento nenhum posicionamento foi repassado aos moradores da região.
“Lembro-me que o prefeito chegou a marcar o nosso pedido em um bloco de notas. Pedimos a instalação de um semáforo no cruzamento das ruas Saldanha Marinho e Iguatama. Já repassamos a reivindicação para vereadores que moram na região, mas ainda não recebemos respostas. É preciso instalar o quanto antes um semáforo no local, pois, durante os horários de muito movimento, o tempo de espera para fazer a transposição chega a ser de cinco a 10 minutos. Mesmo com lombadas, a situação persiste, os motoristas não respeitam”, explica o morador.
Ainda segundo Carlos Alberto, a circulação de criança no local é grande por conta da instituição Legião da Boa Vontade. “Na oportunidade em que conversei com o prefeito, ele se demonstrou preocupado, entretanto, quando entrei em contato com a Secretaria de Trânsito para saber se a reivindicação será atendida, a informação que recebi é de que a instalação de semáforos é cara. Mas, pelo que sei, quem paga por estes gastos é a população, parece que a Prefeitura está esperando acontecer um acidente para instalar o equipamento”, afirma Carlos Alberto.
O prefeito Anderson Adauto, durante recente entrevista na Rádio JM, deu razão às reivindicações do morador. “Repassei a solicitação à Secretaria de
Trânsito, que está estudando a possibilidade de instalar o equipamento. Para se instalar um semáforo é levado em consideração muito mais que o preço, exige um planejamento e é preciso colocá-lo no ponto certo. Estamos realizando um trabalho no trânsito que há muito tempo não acontece na cidade. Esse caso específico está nas mãos do subsecretário”, afirma.