CIDADE

Porteiro sofre com a espera de exame no Hospital Universitário

Usuário reclama de demora para exame no Hospital Universitário. O porteiro Pedro Marcelino de Sousa sofre com desvio nasal

Geórgia Santos
Publicado em 13/06/2012 às 00:17Atualizado em 19/12/2022 às 19:09
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Usuário reclama de demora para exame no Hospital Universitário. O porteiro Pedro Marcelino de Sousa sofre com desvio nasal e, no mês de janeiro deste ano, fez a primeira consulta no Hospital Universitário. Entretanto, faz quase cinco meses da realização da consulta e apenas um exame foi feito. Quanto aos outros dois, segundo Pedro, não há previsão.

A médica que atendeu Pedro solicitou a realização de alguns exames, um de raios X, que foi feito somente no mês de março, uma tomografia e outro exame mais sofisticado, chamado videonasolaringofibroscopia, que somente é oferecido de forma gratuita no Hospital Universitário, em Uberaba. “Estou tentando fazer estes exames desde o inicio do ano e não consigo agendar. Quando fui marcar a tomografia, fiquei sabendo que precisava fazer um raio X. Fiz o exame tem bastante tempo, foi no mês de março, e mesmo assim não consegui agendar a tomografia, e nem mesmo aquele outro mais complicado”, explica Pedro.

O porteiro ressalta que sempre que pode procura o hospital para saber quando devem ser agendados os exames, mas nunca há previsão. Enquanto, de acordo com ele, a saúde vem piorando, sendo que se os exames já tivessem sido realizados, estaria fazendo o tratamento.

De acordo o diretor técnico do Hospital Universitário, Marco Fábio Prata Lima, não se trata de caso de urgência. A tomografia é feita pela Secretaria Municipal de Saúde. Marco garante que a solicitação já foi encaminhada, e o paciente deve aguardar a convocação do município.

Quanto ao outro exame, existe fila que deve ser respeitada. “Segundo o prontuário do paciente, ele consultou somente uma vez no hospital, no ambulatório de otorrino, e foram solicitados dois exames, a tomografia, que é realizada através do município, e o outro exame, que é a videonasolaringofibroscopia, que o Sistema Único de Saúde não cobre. O hospital oferece o procedimento, de forma terceirizada, mas é preciso esperar a fila. Além disso, o médico que está acompanhando o paciente não estabeleceu nenhuma prioridade”, explica Marco Fábio.

Minutos depois que a reportagem do Jornal da Manhã entrou em contato com o Hospital Universitário, o mesmo já ligou para o paciente Pedro Marcelino, o convocando até a unidade para dar entrada na documentação e agendar o exame mais sofisticado, que até foi agendado para dia 20 de junho.

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