Para Miguel Faria, presidente da CDL Uberaba, quando a obra, que gera mudança, é necessária, não há melhor ou pior momento para acontecer
Para Miguel Faria, presidente da CDL Uberaba, quando a obra, que gera mudança, é necessária, não há melhor ou pior momento para ela acontecer. “Na minha avaliação, as mudanças resultaram de análises e estudos, mas o que tem que ser feito neste momento é esperar o BRT/Vetor funcionar para observarmos a viabilidade e os resultados de todo o processo. É claro que toda mudança causa transtorno e nós temos dificuldades em adaptarmos a ela. Creio que é preciso dar credibilidade e observar, se sentirmos que depois de tudo funcionando foi uma mudança negativa, é preciso conversar e retroagir, se necessário”, avalia.
O dirigente ressalta que algumas mudanças já foram elogiadas, como é o caso da inversão da rua Artur Machado. “Antes não tinha movimento no último quarteirão, perto da praça da Concha Acústica. As pessoas não chegavam até o final da rua. Agora isso mudou. Quanto ao fechamento do último quarteirão, antes de chegar à Leopoldino, o objetivo foi a segurança. Ou seja, precisamos pensar todas as mudanças em termos de funcionalidade. E os motoristas devem se portar como se estivessem em outra cidade, estando mais atentos às placas e dirigindo com mais paciência”, ressalta Faria.