CIDADE

Presidente do Sindemu critica condições das escolas municipais

Sindicato dos Professores Municipais se posicionou quanto às condições estruturais das escolas da rede

Geórgia Santos
Publicado em 04/03/2013 às 11:23Atualizado em 19/12/2022 às 14:24
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  Escola Municipal Geni Chaves, no bairro Abadia, precisou ser interditada por problemas na estrutura   Sindicato dos Professores Municipais se posicionou quanto às condições estruturais das escolas da rede. De acordo com o presidente do sindicato, Adislau Leite, diante da realidade em alguns estabelecimentos do município, a partir de agora será preciso acompanhar de perto as condições de trabalho dos profissionais, que se desdobram para oferecer ensino de qualidade aos alunos, em prédios que nem sempre estão em condições adequadas.    Um dos problemas que a Secretaria de Educação está enfrentando neste início de mandato diz respeito à infraestrutura das escolas, sendo que em alguns casos foi preciso interditar o prédio, que gerava risco aos alunos, como aconteceu em um Cemei no bairro rural de Santa Fé, e também na Escola Municipal Professora Geni Chaves, no bairro Abadia, a qual precisou interromper as atividades na parte em anexo do prédio. “Vamos acompanhar de forma mais intensa as condições de trabalho que são oferecidas ao nosso professor, que tem de improvisar adequações e instalações nestes prédios, que não foram projetados para o ensino regular”, afirma Adislau.    O sindicalista explica que está claro e evidente que houve falha da administração anterior na gestão estrutural dessas escolas. Ele diz que o governo fazia uma propaganda evidenciando a qualidade do ensino, da boa estrutura das escolas, quando, na verdade, isso não existia. Como membro do Conselho Municipal de Educação, Adislau, disse que nas próximas reuniões pretende oficializar o pedido à equipe que faz a verificação in loco das condições da escola, para que sejam mais rigorosos.    Outra preocupação do sindicato é quanto à entrega das apostilas ao aluno do Sistema Estruturado de Ensino. O presidente do sindicato explica que o material chegou a ser entregue, mas foi recolhido pela Secretaria de Educação, com o argumento de que haviam sido liberadas na hora errada. “E sem o material, o professor tem dificuldades, pois como planejar, aplicar o conteúdo e cumprir metas com atraso na entrega do material e transtornos logo no início do ano. Já estamos no mês de março e ainda não recebemos as apostilas dos alunos”, explica Adislau, ressaltando que ao final a culpa recai no professor, quando os alunos apresentam índices baixos.

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