CIDADE

Primeiro dia de novo trânsito motoristas enfrentam confusão

No fim de semana, os agentes da Secretaria de Trânsito realizaram a inversão do sentido da rua Governador Valadares

Geórgia Santos
Publicado em 15/05/2012 às 09:30Atualizado em 19/12/2022 às 19:42
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Guarda Municipal organiza o trânsito no cruzamento da Leopoldino de Oliveira com rua Segismundo Mendes

Obras do projeto Água Viva avançam e alterações no trânsito chegam à parte mais central da cidade. As intervenções começaram antes mesmo de implantar o canteiro de obras. No fim de semana, os agentes da Secretaria de Trânsito realizaram a inversão do sentido da rua Governador Valadares, bem como da Afonso Rato. No primeiro dia útil após as medidas, muita confusão foi registrada na região.

A avenida Leopoldino de Oliveira está interditada nos dois sentidos entre as ruas Jaime Bilharinho e Segismundo Mendes. “Diante desta interferência, tivemos de realizar algumas alterações no trânsito do centro da cidade. Essas mudanças foram feitas com a participação de lojistas, lideranças, mototaxistas, taxistas, entre outros. Portanto, o que está sendo processado é fruto de um pensamento coletivo”, explica o subsecretário de Trânsito e Transporte, coronel Antônio de Sousa Filho.  

A grande intervenção, segundo o coronel Antônio, é a inversão da rua Governador Valadares, que agora flui no sentido Fabrício/Estados Unidos em toda a sua extensão. Para isso, um canteiro central teve de ser removido, bem como os semáforos invertidos. “Tivemos ainda a inversão de mão da rua Afonso Rato, a partir da rua Cel. Manoel Borges até a rua Cândida Mendonça Bilharinho, cujo trecho passa a ter sentido centro-bairro. Vale ressaltar que nas ruas Afonso Rato e Governador Valadares não é mais permitido estacionar. Por isso, pedimos aos motoristas que tenham consciência e colaborem, pois estamos nos esforçando para que a cidade tenha suas atividades preservadas durante o período de obras”, diz o coronel, ressaltando que a supressão do estacionamento é para dar fluidez ao tráfego.

Entretanto, foi justamente esta medida que gerou insatisfação nos motoristas. O subsecretário esclarece que esta é a única alternativa, visto que as ruas vão receber 40 mil veículos a mais, por conta do fechamento da avenida Leopoldino de Oliveira. “Terminadas as obras, retornaremos à situação anterior. Vale lembrar, porém, que, após o Água Viva, teremos as obras de mobilidade urbana e algumas mudanças devem permanecer, como, por exemplo, a mão invertida na rua Governador Valadares. Ao final das obras, voltaremos à normalidade com os estacionamentos já permitidos anteriormente”, esclarece o coronel.

Neste momento, foram criados bolsões de estacionamentos na própria Leopoldino de Oliveira, entre a Segismundo Mendes e a Fidélis Reis, assim como no trecho entre a Fidélis Reis e Senador Pena. Nos dois casos, o acesso ao bolsão de estacionamento se dá pela Leopoldino. 

Quanto aos pontos de ônibus, todos foram transferidos para as ruas paralelas à avenida Leopoldino de Oliveira. A previsão é de que as obras de macrodrenagem, de alargamento dos canais de chuva, sejam concluídas até o início do mês de agosto. Entretanto, operários e a equipe de trânsito já trabalham com a possibilidade de estender esse prazo se houver transtornos no decorrer das obras. A equipe da Guarda Municipal prossegue com a orientação aos motoristas, no centro da cidade.

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