CIDADE

Professores da rede particular querem um terço de extraclasse

Reivindicações tiradas de assembleias e a agenda de reuniões já foram protocoladas na sede do sindicato patronal da categoria

Geórgia Santos
Publicado em 14/01/2014 às 01:19Atualizado em 19/12/2022 às 09:27
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Professores da rede particular de ensino fecharam pauta de reivindicações e aguardam negociação para o dia 20 de janeiro. As assembleias para elaboração da pauta foram realizadas no fim do ano passado. As reivindicações e a agenda de reuniões já foram protocoladas na sede do sindicato patronal da categoria. A principal solicitação é para destinação de um terço da jornada para atividades fora de sala de aula. Atualmente, o extraclasse na rede particular é de apenas 1/5 (equivalente a 20%) da jornada.

De acordo com diretor do Sindicato dos Professores de Minas Gerais (Sinpro), Marcos Gennari, a pauta de reivindicações está alicerçada em cinco itens básicos: a equiparação do piso entre os professores da educação infantil em relação aos do ensino médio e fundamental, assim como entre os professores de ensino superior de cidades do interior e da região metropolitana; o adicional extraclasse de 20% para 33%; a redução do quinquênio para triênio, aplicando reajuste de 3% a cada três anos; a titulação, para que o professor possa receber benefícios conforme as especializações que fez e, por fim o reajuste salarial, com aplicação do índice do INPC, 3% de aumento real, mais o crescimento do PIB do ano anterior.

“Essa pauta já está nas mãos do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – Regional do Triângulo Mineiro. Estamos aguardando o retorno da diretoria para uma primeira reunião. Lembrando que a nossa data-base, a partir deste ano, é 1° de março, portanto, temos expectativa de mobilização dos professores para os próximos meses, para que possamos conquistar as nossas solicitações”, explica Marcos, ressaltando que a categoria sugere uma reunião para 20 de janeiro, mas até agora não houve nenhum posicionamento para esse primeiro encontro.

No entanto, mesmo sem reunião agendada, Marcos desde já conclama os professores para que participem desta mobilização, pois, provavelmente no início do mês de fevereiro, a categoria já terá um primeiro posicionamento do sindicato patronal sobre as reivindicações apresentadas.

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