Alteração no cálculo para o pagamento dos professores ainda gera insatisfação. A nova fórmula não contempla o total de aulas dadas
Alteração no cálculo para o pagamento dos professores municipais continua gerando insatisfações à categoria. A nova fórmula não contempla o total de aulas dadas, não leva em conta o descanso semanal remunerado, a complementação das aulas excedentes além do cargo e o recebimento do tíquete-alimentação. Em alguns casos, conforme reclamações encaminhadas ao Jornal da Manhã, os profissionais estão recebendo praticamente a metade da remuneração que lhe é de direito.
No entanto, a secretária de Educação, Mara Bóscolo, volta a explicar que a mudança no cálculo do pagamento - feita com base em um parecer elaborado pela Procuradoria-Geral - não deve acarretar em prejuízo ao profissional. O que houve, segundo ela, foi separar as horas/aula do cargo daquelas pagas como excedentes, sem alteração nos vencimentos. “Ninguém deve sair prejudicado”, reforça.
Caso isso ocorra, Mara Bóscolo orienta a todos a fazerem o pedido para a revisão da remuneração no Balcão de Protocolos da PMU. Após a revisão, a análise seguirá para a Secretaria de Administração para as devidas correções e, em seguida, à Secretaria da Fazenda, para serem feitos os pagamentos devidos.