CIDADE

Programa Fica Vivo reúne integrantes do Grupo de Intervenção

Grupo de Intervenção Estratégica, atrelado ao programa Fica Vivo, esteve reunido ontem no Fórum Melo Viana.

Marilu Teixeira
Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 14:35
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Grupo de Intervenção Estratégica, atrelado ao programa Fica Vivo, esteve reunido ontem no Fórum Melo Viana. A reunião faz parte do calendário de eventos bimestrais do grupo, com a presença de representante da Secretaria de Estado de Defesa Social, de Belo Horizonte, e representantes do Poder Judiciário, polícias Militar e Civil e do Conselho Municipal de Segurança Pública, além da coordenação do Núcleo de Prevenção à Criminalidade, da Sedese.

A reunião, como o próprio nome do grupo diz, tem como objetivo tratar de assuntos e estratégicos a serem cumpridos na área da criminalidade. O conteúdo da reunião, segundo participantes, não é publicável, exatamente por ser estratégico. Estavam presentes o juiz Wagner Guerreiro; os delegados Heli Andrade, Luiz Antônio Blanco e Ludmila Perfeito; o tenente Carlos Eduardo, chefe do Gepar; o secretário do Conseg, Wellington Cardoso Ramos; a coordenadora do Núcleo de Prevenção à Criminalidade, Maria Beatriz Rodrigues da Cunha França, e um representante da Sedese, de BH.

Trabalho. O Núcleo de Prevenção à Criminalidade, resultado de parceria Estado/Prefeitura, faz o acompanhamento de perto de aproximadamente 200 egressos da Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira. O Núcleo oferece cursos profissionalizantes e faz reuniões em grupo, abrindo aos ex-presidiários as portas de uma vida nova, sem reincidência criminal.

Outros 200 jovens, em situação de risco, são atendidos pelo Núcleo e participam do Fica Vivo. Os adolescentes participam de oficinas que trabalham o esporte, o lazer e a cultura. O Núcleo desenvolve quatro programas voltados para a prevenção à criminalidade em convênio com o município. O Fica Vivo trabalha com a proteção social e visa à inclusão produtiva, inserindo o jovem na comunidade antes de acontecer o crime. O outro programa atua na mediação de conflitos, individual e comunitária, evitando que os casos cheguem à esfera judicial.

Funcionando em um segundo Núcleo estão os outros dois programas que atuam na prevenção secundária e terciária. A Central de Apoio a Penas e Medidas Alternativas (Ceapa) trabalha no sentido de não deixar que o beneficiário chegue à privação de sua liberdade. O quarto programa de Reintegração Social do Egresso do Sistema Prisional atua na prevenção terciária para que não haja reincidência da criminalidade por parte de seus usuários.

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