CIDADE

Rampa irregular prejudica acesso em calçada da Vila Maria Helena

Moradores da Vila Maria Helena estão preocupados com rampa de acesso para deficiente construída de forma irregular no cruzamento das ruas Cruzeiro do Sul e Boa Esperança

Geórgia Santos
Publicado em 08/01/2014 às 11:24Atualizado em 19/12/2022 às 09:31
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Fernanda Borges

Rampa construída abaixo do nível do asfalto acumula água e deixa o cadeirante sem condições de acesso

Moradores da Vila Maria Helena estão preocupados com rampa de acesso para deficiente construída de forma irregular no cruzamento das ruas Cruzeiro do Sul e Boa Esperança.

Segundo o representante comercial Fernando César Campos, basta chover para que a rampa fique toda alagada, o que gera preocupação por conta da água empoçada, e também sobre a eficiência do equipamento, sendo que desta forma fica impossível o acesso por causa desta situação. “Na verdade, quem mora na região é a minha sogra e, assim que ela percebeu que a rampa estava sendo construída de forma irregular, alertou o pessoal, no mesmo instante, entretanto, foram rudes, e pediram para que não atrapalhassem o serviço deles. Para não gerar discussões, eles deixaram que tudo acontecesse, e, de fato, assim que a obra ficou pronta, na primeira chuva ficou constatado que a rampa ficou desnivelada, bem mais baixa que o local onde escorre a água, causando o alagamento”, explica Fernando.

A situação gera diversas preocupações. Primeiro com a água empoçada, o que significa um possível foco para o mosquito da dengue. Evitar uma nova epidemia, segundo Fernando, é uma preocupação de todos, e por isso é preciso ficar de olho em todos os possíveis criadouros. Outro fato é com relação à acessibilidade, não apenas de cadeirantes, que, por conta da água empoçada, fica difícil subir pela rampa, como também para os pedestres, que precisam desviar, passar pela rua para continuar o caminho na calçada. “Já repassamos a situação à Prefeitura, encaminhei um e-mail direto ao secretário de Infraestrutura, além de vereadores, que também se comprometeram a resolver essa situação, mas ainda não houve solução, e isto faz dois meses”, afirma.

O caso foi repassado pela equipe de reportagem do Jornal da Manhã ao secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, que, por usa vez, repassou a demanda ao subsecretário Antônio Cláudio Mendes Ribeiro, que também é responsável pelas obras de acessibilidade. As autoridades garantiram que o problema será resolvido em breve.

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