Moradores da Vila Maria Helena estão preocupados com rampa de acesso para deficiente construída de forma irregular no cruzamento das ruas Cruzeiro do Sul e Boa Esperança
Fernanda Borges
Rampa construída abaixo do nível do asfalto acumula água e deixa o cadeirante sem condições de acesso
Moradores da Vila Maria Helena estão preocupados com rampa de acesso para deficiente construída de forma irregular no cruzamento das ruas Cruzeiro do Sul e Boa Esperança.
Segundo o representante comercial Fernando César Campos, basta chover para que a rampa fique toda alagada, o que gera preocupação por conta da água empoçada, e também sobre a eficiência do equipamento, sendo que desta forma fica impossível o acesso por causa desta situação. “Na verdade, quem mora na região é a minha sogra e, assim que ela percebeu que a rampa estava sendo construída de forma irregular, alertou o pessoal, no mesmo instante, entretanto, foram rudes, e pediram para que não atrapalhassem o serviço deles. Para não gerar discussões, eles deixaram que tudo acontecesse, e, de fato, assim que a obra ficou pronta, na primeira chuva ficou constatado que a rampa ficou desnivelada, bem mais baixa que o local onde escorre a água, causando o alagamento”, explica Fernando.
A situação gera diversas preocupações. Primeiro com a água empoçada, o que significa um possível foco para o mosquito da dengue. Evitar uma nova epidemia, segundo Fernando, é uma preocupação de todos, e por isso é preciso ficar de olho em todos os possíveis criadouros. Outro fato é com relação à acessibilidade, não apenas de cadeirantes, que, por conta da água empoçada, fica difícil subir pela rampa, como também para os pedestres, que precisam desviar, passar pela rua para continuar o caminho na calçada. “Já repassamos a situação à Prefeitura, encaminhei um e-mail direto ao secretário de Infraestrutura, além de vereadores, que também se comprometeram a resolver essa situação, mas ainda não houve solução, e isto faz dois meses”, afirma.
O caso foi repassado pela equipe de reportagem do Jornal da Manhã ao secretário de Infraestrutura, Roberto Indaiá, que, por usa vez, repassou a demanda ao subsecretário Antônio Cláudio Mendes Ribeiro, que também é responsável pelas obras de acessibilidade. As autoridades garantiram que o problema será resolvido em breve.