CIDADE

Rampas de acessibilidade do Água Viva ainda não foram refeitas

População questiona interferência nas ruas onde estão sendo realizadas as obras do projeto Água Viva. Após a conclusão de trecho, as rampas de acessibilidade não foram instaladas

Geórgia Santos
Publicado em 15/04/2012 às 12:57Atualizado em 19/12/2022 às 20:12
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População questiona interferência nas ruas onde estão sendo realizadas as obras do projeto Água Viva. Após a conclusão de trecho, as rampas de acessibilidade não foram instaladas e as árvores derrubadas não foram plantadas. O presidente do Codau, José Luís Alves, garante que a empresa contratada para obra deve refazer tudo que teve de ser modificado durante o serviço, como por exemplo, os canteiros centrais e recapeamento.

Segundo o cadeirante Israel Garcez, o desrespeito às Leis de Acessibilidade continua em Uberaba, já que as rampas de acesso que foram destruídas no canteiro central da avenida Fidélis Reis não foram reconstruídas e estão fazendo muita falta. Israel cobra a fiscalização destas obras, e alerta que é preciso que alguém fique de olho nestas alterações feitas pela construtora. “Na rotatória da avenida Fidélis Reis, sentido avenida Odilon Fernandes, existia uma rampa, mas não foi recolocada assim que o serviço foi concluído no local. E fatos como este acontecem em outros pontos da cidade, mesmo não sendo por conta das obras do Água Viva. No bairro Beija-Flor a prefeitura fez reformas na mata, com a construção de calçada em volta dela, entretanto se esqueceu das rampas”, explica Israel.

E vale ressaltar ainda que devido às obras da avenida Leopoldino de Oliveira, em frente a um hipermercado, foram derrubadas algumas árvores, porém, ainda não se sabe se serão plantadas novamente no mesmo local.

Por sua vez, o presidente do Codau explica que a empresa tem o dever de restaurar todas as mudanças necessárias durante a obra. “A empresa contratada repõe calçada, meio-fio, rampa, exatamente como estava antes. Porém, é preciso fazer algumas considerações, por exemplo, se for necessário tirar uma árvore, com certeza este não é o momento certo para replanta-lá por conta do tempo que está seco. E, além disso, assim que a obra for concluída na avenida Leopoldino de Oliveira, será feita uma profunda reformulação por conta da implantação do programa de mobilidade urbana”, afirma José Luiz, reafirmando que a empresa é obrigada a repor tudo que destruiu, segundo contrato assinado na ordem de serviço.

Ainda de acordo com o presidente do Codau, assim que toma conhecimento de algum local que a construtora passou e este tipo de serviço não foi refeito é encaminhada uma notificação à empresa. “Ainda não havia sido informado de que na avenida Fidélis Reis o serviço não foi refeito, com certeza irei encaminhar uma solicitação à empresa”, afirma.

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