Fernanda Borges
Representantes de instituições da rede de proteção realizaram ontem o 3º encontro do projeto Roda de Conversa
Instituições da rede de proteção à criança e ao adolescente realizaram terceiro e último encontro do projeto Roda de Conversa. A reunião foi realizada ontem, na Casa do Menino, cujo objetivo é fortalecer o grupo frente ao trabalho em favor da criança e do adolescente, além de ser uma oportunidade para apresentar as principais demandas do setor, a fim de encontrar soluções eficientes para as instituições.
Além de entidades ligadas à criança e ao adolescente, o projeto também conta com representantes do Ministério Público, o Conselho Tutelar, as secretarias de Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, os Centros de Referência de Assistência Social e também das universidades.
De acordo com a secretária de Desenvolvimento Social, Ângela Dib, a ideia de realizar a Roda de Conversa partiu do grupo formado por sete instituições, chamado “Protagonizando em Rede”, que apresentaram a necessidade de realizar encontros para discutir as demandas do setor. Além destas, o projeto envolve também outras entidade, ao todo são cerca de 12. “A cada encontro debatemos um assunto. Neste falamos sobre o Conselho Tutelar, as suas atribuições, no intuito de promover um trabalho de parceria, fortalecendo o grupo frente às ações para as crianças e os adolescentes. Pois o importante é colocar as ideias, dar as soluções e fazer esse acompanhamento, tanto das instituições como do poder público, pois os beneficiados serão as nossas crianças, os nossos jovens”, explica Ângela, ressaltando que os encontros são proveitosos, e este foi o último do ano, mas em 2014 as atividades continuam.
Por sua vez, representando as instituições que fazem parte do projeto, a diretora pedagógica da Casa do Menino, Geyza Piccolo, vê com bons olhos essa ação, que fortalece a rede, que só a acrescenta nas atividades que já eram desenvolvidas pelo “Protagonizando em Rede”. “Uma vez escutei uma frase que me chamou a atenção, quando se dá as mãos, as armas ficam no chão, e é justamente isso que estamos fazendo, nos unindo para trabalhar em defesa das nossas crianças. Desta forma vamos conseguir as políticas publicas destinadas a eles”, afirma Geyza.