CIDADE

Retirada de valeta no Nova Era faz água empoçar em via pública

No governo passado os moradores conseguiram, depois de muita insistência, a implantação de uma valeta para o escoamento da água, o que foi retirado agora

Geórgia Santos
Publicado em 11/01/2014 às 00:44Atualizado em 19/12/2022 às 09:29
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Água empoçada no Residencial Nova Era causa transtornos a moradores. De acordo com a dona de casa Priscila de Sousa, desde que se mudou para este local, na rua Isoleta Carmim Cruvinel, há cerca de quatro anos, convive com este problema. De tanto reclamar na Prefeitura, no governo passado construíram uma valeta que atravessava a rua para o escoamento desta água, porém, na atual administração destruíram a valeta e asfaltaram a rua, e a água voltou a empoçar neste ponto. A demanda foi repassada novamente à Prefeitura, mas, segundo ela, a comunidade não obteve sucesso.

“É situação bastante desconfortável durante todo o dia, faça chuva ou faça sol, a água fica empoçada em frente da minha casa. Ela não escorre, não sei se existe um desnivelamento, mas o fato é que este problema acontece há muito tempo. Quando cheguei ao bairro, há quatro anos, de tanto reclamar, a Prefeitura construiu uma valeta que cortava a rua, e desta forma a água acabava escorrendo, pois o início da valeta era no ponto exato, e a forma como fizeram proporcionava o escoamento. Mas, por conta do fluxo de ônibus na rua, essa valeta ficou destruída, e acabava gerando problemas aos motoristas. Desta forma retiraram a valeta e asfaltaram a rua e o problema retornou”, explica a dona de casa.

A circulação desses veículos pesados, além de fazer com que a água espirre por toda calçada, também faz com que sejam abertos buracos, pois o asfalto que está sempre úmido está cedendo, e a tendência é que surjam cada vez mais defeitos no asfalto, o que, segundo Priscila, vai levar a outro problema e desta vez para os motoristas. “O asfalto está desmanchando, o passeio está repleto de pedras, até mesmo dentro da minha casa encontrei alguns pedaços grandes de asfalto”, explica a moradora.

Priscila conta ainda que na rua não existem bocas de lobo, que poderiam ajudar no escoamento da água. A reclamação já foi feita à Prefeitura. Ela diz que seu marido falou com a secretária do prefeito Paulo Piau, que, por sua vez, disse que a situação seria repassada à Secretaria de Infraestrutura, porém esse contato foi feito em novembro e ate hoje não obteve nenhuma resposta. Foi encaminhada também uma mensagem com fotos ao prefeito por meio de rede social, mas não recebeu garantias de que seria dada solução.

A reivindicação desta moradora foi repassada à assessoria de imprensa da Prefeitura, que por sua vez encaminhou a demanda à Secretaria de Infraestrutura. Equipe da secretaria disse que iria até o local para averiguar a situação e assim definir o que será feito.

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