Algumas ruas da cidade ainda são calçadas com pedras, o que gera transtornos aos moradores do local, pois com o tempo elas se soltam
População pede solução definitiva para os problemas gerados em ruas de paralelepípedos. Em alguns bairros da cidade, principalmente os mais antigos, como o Mercês, Fabrício e Jardim Alexandre Campos, algumas ruas ainda são calçadas com pedras, o que gera transtornos aos moradores do local, pois com o tempo elas se soltam, formando buracos, e mesmo que a Prefeitura conserte, dias depois tudo volta a ficar como antes. Isso causa danos aos veículos, para pedestres, ao atravessar a rua, e também aos ciclistas, que têm dificuldades em percorrer vias com paralelepípedos.
Há 12 anos a secretária Rosa Cristina Pena trabalha em uma empresa na travessa Coronel José Ferreira e já presenciou diversas quedas de ciclistas, pois em várias pontos da rua as pedras estão se soltando. “Acionamos a PMU e depois de 15 dias, na segunda-feira desta semana, vieram encaixar as pedras. Mas, passaram-se dois dias e elas já estão todas soltas novamente. Também estiveram no local para os devidos reparos a poucos metros daqui e também já estão precisando ser encaixadas novamente. É sempre assim, dias depois dos reparos têm de voltar para consertar novamente. É preciso tomar uma medida definitiva”, explica.
Assim como na travessa Coronel José Ferreira, no bairro Jardim Alexandre Campos, existem várias ruas de paralelepípedos que estão na mesma condição e precisam passar por melhorias urgentes. “Acredito que o recapeamento será a solução mais eficiente. Desta forma os reparos não serão tão frequentes e provavelmente mais baratos”, afirma Rosa.
Em outubro do ano passado a Secretaria de Infraestrutura realizou o recapeamento das ruas da praça Dom Eduardo e avenida Alexandre Barbosa, que eram de paralelepípedos. No local foram aplicadas 624 toneladas de massa asfáltica, em uma área de 8.090,5m², com investimento de R$113.260. E, além destes locais, o projeto também seria desenvolvido em outras vias, mas, segundo o secretário Roberto Indaiá, essa demanda é um pouco mais delicada para ser atendida. Algumas ruas de paralelepípedos da cidade são tombadas e, por isso, não podem ser alteradas. Para encontrar uma solução, Indaiá está sempre em contato com o Conphau para discutir alternativas e atender a população. Até mesmo para manutenção, as ruas de pedras geram maior gasto e requerem mais profissionais.