CIDADE

Secretaria de Educação interdita escola do município no Abadia

Parte de outra escola do município foi interditada pela PMU. Desta vez o problema está na Escola Municipal Professora Geni Chaves

Geórgia Santos
Publicado em 02/03/2013 às 00:32Atualizado em 19/12/2022 às 14:26
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Parte de outra escola do município foi interditada pela Prefeitura. Desta vez o problema está na Escola Municipal Professora Geni Chaves, no Parque São Geraldo, que teve de retirar os alunos que estudavam no anexo da instituição. Laudos do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Infraestrutura atestaram a precariedade da escola, condenando sua estrutura e recomendando a interdição. Segundo a secretária, desde janeiro as escolas da rede têm sido vistoriadas justamente para averiguar situações como esta. Mais de 400 alunos, a partir de segunda-feira (4), terão aulas no Centro Municipal de Educação Avançada do bairro Abadia.

De acordo com a diretora da escola, Solange Aparecida Oliveira, a área interditada é um espaço doado pelo Estado à Prefeitura em 2007. Desde quando foi feito o repasse era possível perceber a necessidade de melhorias, pois toda a estrutura metálica estava enferrujada. Ela pontua que por várias vezes encaminhou ofícios à Secretaria de Educação para que fizesse a reforma, mas a demanda nunca foi atendida, adotando apenas medidas paliativas. “Até que chegamos a este estado, a ponto de ter de impedir os alunos de estudarem no local, por conta dos riscos”, explica.

A secretária de Educação, Silvana Elias, diz que a doação do Estado para o município ainda não foi oficializada, o que deverá ser providenciado.

Foram transferidos 430 alunos para o Cemea do bairro Abadia, abrigados em nove salas, sendo no período matutino alunos do 5° ao 9° ano e à tarde as crianças do integral e também do projeto Segundo Tempo. “Com certeza, é um número significativo de alunos, por isso já encaminhamos comunicado aos pais explicando que a partir de segunda-feira eles deverão ser levados direto ao Cemea”, pontua Solange, agradecendo desde já a oportunidade de contar com o espaço do centro, sendo que algumas atividades desenvolvidas no local deverão ser suspensas para poder abrigar os alunos.

Quanto à reforma, a diretora revela que na própria segunda-feira (4) podem ter início as obras, contudo, a secretária diz que a licitação não atende às reais necessidades da instituição, o que poderá resultar em atraso.

Silvana Elias lembra que todas as unidades educacionais do município estão passando por vistoria. Vale lembrar que outras instituições educacionais do município também estão enfrentando problemas na estrutura, entre elas o Cemei do bairro rural de Santa Fé, que também foi interditado, e o muro da Escola Municipal Frei Eugênio, que caiu.

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