CIDADE

Secretário diz que emergência foi importante na prevenção da H1N1

Com sete óbitos confirmados com a Gripe H1N1, secretário de Saúde, Fahim Sawan, diz que ainda não é preciso criar centro de atendimento especializado da doença

Geórgia Santos
Publicado em 03/09/2013 às 10:36Atualizado em 19/12/2022 às 11:19
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Jairo Chagas

Fahim Sawan diz que resultados positivos quanto à gripe suína na cidade se deve ao decreto de emergência

Com sete óbitos confirmados com a Gripe H1N1, secretário de Saúde, Fahim Sawan, diz que ainda não é preciso criar centro de atendimento especializado da doença. O Decreto Emergencial publicado no mês de junho foi fundamental na prevenção da doença, com isso foi possível vacinar grande parte da população e evitar o surgimento de novos casos. 

No dia 17 de junho foi decretada situação de emergência por conta do aumento do número de casos. No começo de julho, Uberaba começou a usar os recursos do decreto. Neste período, Uberaba registrou seis mortes, enquanto que o Estado de Minas Gerais registrou aproximadamente 30. Hoje, já morreram 114 pessoas em Minas e Uberaba manteve-se sob controle e aumentou apenas um óbito. Isso comprova a eficiência do decreto, que proporcionou a da compra de 30 mil doses da vacina, que imunizaram as pessoas a partir do dia 03 de julho.

“No caso da gripe suína medimos números, o Estado avançou nos casos da doença, e não tivemos acréscimos significativos nos últimos meses. A quantidade de casos é semelhante aos que surgiram no mês de maio. Por isso, foi importante essa situação de emergência para que possamos realizar as profilaxias necessárias, inclusive comprando mais vacinas para oferecer à população. Valeu a pena a prevenção, mas não podemos relaxar, ainda estamos sujeitos a casos da doença, o tempo está frio”, explica Fahim. 

Em Uberaba, 64 pessoas foram internadas desde o começo do ano com suspeita de estarem infectadas com o vírus H1N1. São 16 casos positivos, 43 casos negativos e 4 casos inconclusivos. Dos 16 casos positivos, 7 óbitos e 9 pessoas já tiveram alta e estão em casa.

Em comparação à epidemia de 2009, segundo Fahim, a situação não é tão grave como foi há anos atrás. Em agosto a epidemia atingiu o pico de vários casos. Já esse ano, por conta das vacinas compradas e do decreto emergencial para a prevenção, os casos estão controlados. No mês de julho também houve queda, período em que as pessoas foram vacinadas.

Diante desta situação o secretário acredita que não será preciso criar um centro especializado para a gripe suína, assim como aconteceu com a dengue. “Nesse momento com o grupo de casos que registramos, estabilizados, não temos essa preocupação, não há essa necessidade, por que não tivemos o número crescente de casos”, afirma Fahim.

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