Roberto Indaiá, secretário de Infraestrutura, discorda que o decreto vai gerar mais gastos aos empresários e diz que caçambeiros que procuraram o Jornal da Manhã querem tumultuar o processo. De acordo com Indaiá, a intenção em tornar obrigatória a emissão da nota fiscal é com intuito de evitar que as empresas descartem o entulho em local irregular. A Prefeitura terá fiscais nas ruas que vão abordar os caminhões que estão transportando a caçamba, e se não tiver a nota, a empresa será punida, com multa de R$1 mil, e, em caso de reincidência, pode perder o alvará.
A PMU terá também o controle das caçambas, haja vista que se saiu da loja para ser entregue ao cliente, deve sair do contratante direto para a Soma Ambiental, que faz o descarte do entulho. Esta nota deverá ser apresentada à empresa. Se essa caçamba não chegou lá, existe algo de errado e para isso terá um prazo de 15 dias. “A pessoa que procurou a imprensa está totalmente desinformada, pois na verdade o fornecimento de nota fiscal é uma ação comum em qualquer empresa e de direito do consumidor”, explica o secretário.
Já com relação aos valores das placas, Indaiá disse que a Prefeitura foi procurada por outra empresa, que vai fazer a confecção das mesmas por um preço de R$20 por placa em cada caçamba. O valor de R$75 foi oferecido por outra empresa, que, diante de uma oferta mais barata, o município deverá optar pelo menor custo. “A pessoa que está fazendo essa ação quer tumultuar um processo sério e competente. Essa pessoa que procurou a imprensa não é séria, pois antes de ir aos jornais deveria ter procurado a secretaria para o esclarecimento de todas estas dúvidas”, afirma o secretário, ressaltando que o decreto tem o intuito de inibir que o descarte seja feito em local irregular.