Depois de mais de seis meses de espera, usuária do Sistema Único de Saúde realiza exame de ressonância magnética. Suely de Lourdes Rodrigues, que sofre de osteonecrose no fêmur, teria passado pelo procedimento nesta terça-feira.
Suely havia procurado a reportagem do Jornal da Manhã para denunciar a demora, já que estava tendo a saúde prejudicada, pois precisava de afastamento do trabalho pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas não tinha o exame em mãos para dar entrada ao processo. A expectativa de Suely é de que com a realização da ressonância magnética ela consiga resolver essa situação.
Desde o dia 11 de junho, o Hospital de Clínicas deu início à realização de exames de ressonância magnética. Há mais de três anos o aparelho de ressonância magnética do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro foi adquirido, mas não havia sido instalado por falta de espaço adequado fisicamente e que oferecesse segurança a pacientes e profissionais do hospital, já que ele emite ondas de alta frequência.
A expectativa é de que, com o início das atividades, sejam realizados dez exames diários, sendo 70% destinados ao atendimento ambulatorial e 30% às atividades de ensino e pesquisa. Serão sete exames externos, marcados através do SUS Fácil, gerenciado pela Prefeitura Municipal, e três distribuídos entre pacientes internados no HC e as atividades de ensino e pesquisa.