CIDADE

Servidor faz novas denúncias envolvendo unidades do Samu

Servidor público faz novas denúncias envolvendo o Samu, desta vez, o problema está no serviço de motolância da Secretaria de Saúde

Geórgia Santos
Publicado em 15/12/2011 às 20:46Atualizado em 19/12/2022 às 20:58
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Servidor público faz novas denúncias envolvendo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), desta vez, o problema está no serviço de motolância anunciado pela Secretaria Municipal de Saúde, para agilizar o atendimento de urgência e emergência. Segundo a denúncia, o técnico que pilota o veículo não fez curso de capacitação e não tem equipamentos de proteção individual.

Várias informações já chegaram ao Jornal da Manhã envolvendo as condições de atendimento e trabalho do Samu, que partiram de um servidor público que preferiu não se identificar, alertando que as ambulâncias estavam em péssimo estado. “Algumas mudanças foram feitas no Samu, a fim de mascarar as denúncias, mas foram alterações que não duraram muito tempo. A ambulância de Unidade de Suporte Avançado (USA) voltou a circular e, agora, estamos rodando com duas Unidades de Suporte Básico – USB 02 e USB 07. Entretanto, as unidades continuam apresentando defeitos”, afirma o denunciante.

A USB 02 está sendo substituída pela A-49, ambulância descaracterizada do Samu, no período noturno, pois a unidade está sem farol. Já a USB 07, segundo a denúncia, também apresenta alguns defeitos. A maca não fixa direito na ambulância e, além disso, existem problemas mecânicos. “A impressão que temos é de que o veículo vai parar, como se estivesse perdendo a potência”, explica o servidor. Ele ressalta que isso já aconteceu uma vez, em que a USB 07 estava circulando como USA, para um atendimento de parada cardíaca, o que gerou atrasos, pois a ambulância não funcionava.

Quanto ao serviço de motolância, segundo a denúncia, ao contrário do que a Secretaria de Saúde disse, ele já está em atividade há uma semana. Porém, o técnico que dirige não fez o curso de capacitação para pilotar a moto nem ao menos possui equipamentos de proteção individual (jaqueta de couro, cotoveleira, joelheira etc). “A princípio, o técnico desabilitado teve uma queda com a moto durante um atendimento e ainda os materiais que levados na mochila de resgate da moto não são adequados”, afirma.

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