CIDADE

SMS garante que não houve falta de médicos e classificação é eficaz

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria Municipal de Saúde posicionou que não houve falta de médicos na Unidade

Publicado em 13/12/2011 às 23:23Atualizado em 19/12/2022 às 21:01
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Por meio de sua assessoria de imprensa, a Secretaria Municipal de Saúde posicionou que não houve falta de médicos na Unidade Pronto-Atendimento (UPA) Abadia. Quatro profissionais estavam atendendo normalmente em cada turno os casos de urgência e emergência (vermelho e amarelo, na classificação de risco). Entretanto, na manhã desta segunda-feira (12), três urgências graves foram encaminhadas para a unidade, havendo a necessidade de concentração dos médicos na ala vermelha por quase uma hora. Ainda assim, neste período, um profissional permaneceu atendendo os pacientes ambulatoriais.

Sobre o caso da filha de Aparecida do Carmo, a assessoria informou que ela deu entrada na UPA no domingo (11). A mesma passou por avaliação médica, foi encaminhada para exames e teve diagnóstico de suspeita de apendicite aguda. No mesmo dia, o médico solicitou vaga para internação nos hospitais de referência por meio do sistema SUSfácil. A autorização para internação no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro ocorreu nesta segunda-feira (12), às 10h, segundo a assessoria, antes do contato da imprensa.

Sobre a paciente Maria Aparecida Francisca Pereira, a Secretaria informou que a dona de casa passou pelo acolhimento às 10h18. Ela relatou vômito de sangue, mas não apresentava tal quadro durante o procedimento de classificação de risco e foi enquadrada como azul – não urgente – conforme os critérios clínicos. À tarde, a paciente foi chamada para reavaliação do quadro, mas estava no local.

Quanto à Cleidimar Roberto da Silva, o paciente não deu entrada na unidade semana passada. Nesta segunda-feira (12), ele chegou à UPA Abadia às 9h08 e foi para acolhimento às 10h04, sendo classificado como azul – não urgente. Cleidimar foi reavaliado à tarde e classificado como verde.

Segundo a nota encaminhada, as pessoas classificadas com azul e verde – pouco urgente – podem aguardar o atendimento no local ou têm a opção de serem encaminhadas para a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência. Porém, muitos preferem esperar na UPA. Sobre o acolhimento, a Secretaria destaca que é realizada por equipe de enfermagem devidamente capacitada e com toda a competência técnica para realizar a classificação de risco com base em critérios clínicos.

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