CIDADE

Sujeira em terrenos vagos é alvo de reclamação em vários bairros

Publicado em 16/02/2013 às 09:34Atualizado em 19/12/2022 às 14:40
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Alvos de constantes reclamações encaminhadas ao Jornal da Manhã, os terrenos vagos têm preocupado a vida dos uberabenses. A preocupação maior é que o terreno possa contribuir para novos focos do mosquito transmissor e, consequentemente, mais casos de dengue na cidade.

A moradora da rua da Constituição, no bairro Abadia, reclama que ao lado da sua casa existe um terreno vago que não é cuidado pelo dono. Segundo ela, o problema não é apenas o foco do mosquito da dengue, mas outros animais, como ratos, que invadem a sua casa. “O terreno ainda é usado por usuários de droga no local”, afirma a moradora, que prefere não se identificar.

Outra reclamação é de Itamar de Carvalho, morador do bairro Vila Maria Helena. Segundo ele, o mato está maior que o seu muro, chegando a quase dois metros, não há calçada e o lixo e entulho só se acumulam no local. “Precisamos abrir o olho, pois não adianta nada fazer a prevenção contra a dengue e a cidade ter terrenos desse jeito”, reforça o morador Itamar.

No bairro Boa Vista, a situação também não é diferente. Na rua Dinamarca, moradores alegam que dois terrenos vagos contam com grande área que está sendo usada para jogar entulhos por parte dos moradores.

“Nós estamos dando prioridade ao trajeto do mutirão da dengue, os locais fora dessa rota serão analisados conforme as solicitações e agendamento, pois não temos equipes para fazer tudo ao mesmo tempo”, ressalta o secretário de Infraestrutura, José Donizete de Melo. O secretário destaca ainda que é preciso apoio da população para que não sujem os terrenos vagos ou acumulem objetos que possam servir de criadouro do mosquito. “Contamos com a população para que possamos resolver tudo o mais rápido possível. Havíamos estipulado 60 dias de trabalho, porém estamos encontrando pelo caminho situações críticas, o que pode atrasar um pouco o serviço”, ressalta.

É necessário que os moradores denunciem os terrenos abandonados, é o que informa o Departamento de Posturas, para que os procedimentos necessários sejam adotados. O fiscal visita o local em três dias após a denúncia e notifica o proprietário para que efetue a limpeza do terreno. Caso isso não aconteça, o proprietário é multado via correspondência e se não receber a notificação, a informação é publicada no jornal Porta-Voz. Após essa publicação, o proprietário ainda tem 30 dias para efetuar a limpeza antes que seja novamente multado.

O Departamento de Posturas informa que é necessária a participação da população no auxílio quanto à punição aos proprietários dos terrenos abandonados, para isso é necessário que liguem no departamento e denunciem os locais onde se encontram os terrenos que ofereçam riscos por meio do telefone 3331-2313.

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