A categoria realiza assembleia nesta quinta-feira (22), às 15h, no anfiteatro B do Maria da Glória
Servidores técnicos administrativos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) que voltaram ao trabalho na semana passada, após cerca de 140 dias paralisados, conforme movimento nacional, podem deflagrar nova greve. A categoria realiza assembleia nesta quinta-feira (22), às 15h, no anfiteatro B do Maria da Glória. A greve nacional chegou ao fim, mas os servidores devem decidir pela deflagração ou não de uma greve local.
De acordo com a coordenadora-geral do Sinte-Med/UFTM, Simea Aparecida de Freitas, os servidores se mantêm em mobilização em razão das discussões que ainda estão ocorrendo com a reitoria da UFTM. “Muitas questões locais não foram atendidas, como, por exemplo, a redução da carga horária para 30 horas e a resolução sobre o ponto eletrônico, que já é antiga e que a reitoria não nos deu nenhuma resposta até agora. Se até quinta-feira não houver nenhuma resposta positiva, vamos definir um indicativo para deflagrar a greve local”, explica.
Simea Aparecida ressalta que a pauta local de reivindicações é extensa e não se restringe apenas às demandas nacionais. “Há questões envolvendo condições de trabalho. Hoje, o hospital está um caos, pois faltam material básico e kits para exames. São problemas que já estamos vivendo há muito tempo e que, a cada dia que passa, vem piorando. No caso das 30 horas, a comissão já provou que há possibilidade de implantar a redução. Em reunião com a reitoria, nos foi dado um prazo até 3 de outubro. Dizem que o projeto está em andamento, mas negaram a criação de uma comissão para acompanhar a implantação”, reforça a coordenadora.