CIDADE

Trecho sem obra do Água Viva registra alagamento com temporal

No cruzamento da Santos Dumont com a Leopoldino, onde já foi executado o serviço de macrodrenagem, também foi registrado alagamento, o que está sendo analisado por técnicos

Geórgia Santos
Publicado em 02/12/2014 às 21:58Atualizado em 17/12/2022 às 02:26
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Chuva do fim de semana gerou pontos de alagamentos na cidade. O mês de novembro foi marcado por tempo nublado e de muita chuva. Na semana passada, em todos os dias da semana foram registrados temporais e no domingo (30), no período da tarde, na avenida Santos Dumont, no trecho em que ainda não foram realizadas as obras do projeto Água Viva, houve alagamento.

Alguns leitores do Jornal da Manhã entraram em contato relatando que no domingo um trecho da avenida Santos Dumont estava tomado pela água da chuva. Diante da situação, o secretário José Elias Miziara, responsável pela obra de macrodrenagem do projeto Água Viva, revela que esteve no local no momento do alagamento e explica que aconteceu porque a duplicação do canal neste trecho ainda não foi realizada.

“A avenida ficou inundada a partir do cruzamento da rua Epitácio Pessoa, sentido rua Medalha Milagrosa, depois deste local a água começou a escoar pelas bocas de lobo. Registramos um ponto de alagamento também na avenida Leopoldino de Oliveira com a Santos Dumont, local em que já foram realizadas as obras e, por isto, os técnicos fizeram inspeções para identificar o problema. Nos demais trechos em que sempre eram registrados alagamentos e que já foi feita a macrodrenagem não tivemos problemas”, explica o secretário.

Uma equipe de salvamento do 8º Batalhão de Bombeiros Militar percorreu a avenida Santos Dumont, desde o cruzamento com a Leopoldino de Oliveira até a avenida Santa Beatriz (no trecho interditado a equipe passou pela rua Irmão Afonso), para verificar possíveis pontos de alagamento e pessoas ilhadas. A equipe não encontrou nenhum veículo ilhado nem pessoas em situação de risco. No cruzamento com a rua Onofre da Cunha Rezende/Medalha Milagrosa, os bombeiros constataram que o volume de água tinha uma altura aproximada de cinco centímetros e não oferecia risco. Mas eles permaneceram no local até redução do volume de água.

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