CIDADE

Uberaba terá aterro sanitário regional com empresas privadas

PMU irá construir em Uberaba um aterro sanitário regional em parceria com empresas privadas para atender toda a região. Para isso está sendo discutida a possibilidade de convênios

Geórgia Santos
Publicado em 25/09/2011 às 16:04Atualizado em 19/12/2022 às 22:09
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Prefeitura irá construir em Uberaba um aterro sanitário regional em parceria com empresas privadas para atender toda a região. Para isso está sendo discutida a possibilidade de convênios com os municípios da redondeza.

De acordo com o subsecretário de Meio Ambiente, Rodrigo Barros, está sendo implantado na cidade um Complexo de Tratamento de Resíduos, que terá um aterro da construção civil, um aterro regional e também um diferencial, que é o aterro industrial. A diferença do aterro já existente, segundo Barros, é que ele é gerido pela administração municipal, já o regional vai atender a todos os municípios ao redor, contando também com a iniciativa privada. “Cada cidade que destinar seus resíduos ao aterro regional terá que pagar uma quantia”, afirma.

A destinação para este tipo de aterro é adequada e amparada pela legislação, com acompanhamento rigoroso dos órgãos estaduais e municipais. “Estamos atentos à questão da fiscalização, de nada adianta ter uma estrutura para receber resíduos se não ocorre este tipo de trabalho de maneira adequada e a obrigação de destinação ambientalmente correta destes resíduos”, explica o subsecretário.

Em um primeiro momento deve ser reservada área para o depósito e depois serão instalados os equipamentos para o coprocessamento desse resíduo, no intuito de aproveitar tudo o que é jogado fora, até mesmo para transformação em energia.

O Complexo de Tratamento de Resíduos será implantado próximo ao aterro já existente em Uberaba, na avenida Filomena Cartafina, levando em consideração a distância da cidade, para que não haja impacto na população.  “Como a tendência é transformar a região em polo industrial, agora é preciso trabalhar o Plano Diretor para que o local não seja ocupado por residências”, afirma Rodrigo, ressaltando que a construção do aterro não trará problema para a comunidade rural da Baixa, que está localizada após o aterro e com distância bem adequada.

A previsão para instalação do CTR é para o fim do mês de setembro. “Apenas um documento está pendente para a liberação da construção do aterro no comando da Aeronáutica, pois o CTR está em raio de 20km do aeroporto, para isso foi preciso apresentar um plano de risco aviário”, explica Rodrigo.

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