CIDADE

UPA teria encaminhado jovem para cirurgia com diagnóstico errado

A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde afirma que não houve nenhum erro no diagnóstico e/ou falta de cuidado com o paciente

Publicado em 22/03/2013 às 00:40Atualizado em 19/12/2022 às 14:05
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Mãe de jovem de 17 anos que havia denunciado ao jornal a falta de vaga para o filho que necessitava de uma operação para a retirada do apêndice, na terça-feira, dia 12, voltou a fazer contato com a reportagem para informar que o filho havia sido diagnosticado erroneamente em Unidade de Pronto-Atendimento (UPA). Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde nega o erro e diz que o jovem foi encaminhado para um diagnóstico mais detalhado.

Segundo Rosângela Silva Gomide, o adolescente, após denúncia do Jornal da Manhã, foi transferido para o Hospital Dr. Hélio Angotti para ser internado em caráter de urgência, pois estava em jejum há mais de 24 horas para poder realizar o procedimento cirúrgico a qualquer momento. Quando chegou àquela unidade, segundo a mãe, o médico desconfiou da falha no diagnóstico anterior e solicitou novos exames, que concluíram que ele possuía apenas uma forte infecção urinária e não apendicite. “Meu medo era de que abrissem o meu filho para retirar o apêndice sem nenhuma necessidade e, com uma infecção forte como a que ele foi diagnosticado, poderia ter acontecido algo pior”, ressalta Rosângela Silva ao agradecer aos médicos do Hélio Angotti pela solução do fato ocorrido.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde afirma que “não houve nenhum erro no diagnóstico e/ou falta de cuidado com o paciente”. O comunicado explica que “as UPAs são hospitais de baixa complexidade, ou seja, são mais para o atendimento rápido. Quando o diagnóstico é feito na UPA, ele é mais genérico. Diante disso, temos, por precaução, que enviar os pacientes aos hospitais de média complexidade, que é o caso do Dr. Hélio Angotti. Lá, eles conseguem dar um diagnóstico mais detalhado, pois possuem equipamentos e profissionais especializados em diversas áreas para tais ocorrências”.

A secretaria esclarece ainda que, no caso do jovem de 17 anos, o diagnóstico foi apenas sugestivo para apendicite, mas também poderia ser um problema não tão grave. “Com todo cuidado que temos com os nossos pacientes, o encaminhamos para que pudesse ser feito um diagnóstico mais detalhado, pois ele precisaria de um atendimento especializado, e felizmente era um problema menos grave”, conclui o esclarecimento.

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