CIDADE

Usuária espera por cirurgia bariátrica há sete anos

O tratamento começou em 2007 com endocrinologista, quando ainda era possível tratar sem precisar fazer a operação

Geórgia Santos
Publicado em 29/10/2013 às 11:23Atualizado em 19/12/2022 às 10:27
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Fernanda Borges

Além de problemas no tornozelo e no joelho, Maxileia também apresenta complicações no coração

Usuária aguarda realização de cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) há sete anos. Maxileia de Lima está afastada do trabalho por tempo indeterminado por conta de problemas de saúde. Com 37 anos de idade, altura de 1,67 metro e 160 quilos, ela tem obesidade mórbida, e precisa, com urgência, passar por cirurgia, pois o estado de saúde dela está cada vez mais preocupante. Além de problemas no tornozelo e no joelho por conta do peso, também está com complicações no coração.

O tratamento de Maxileia começou em 2007 com endocrinologista, quando ainda era possível tratar sem precisar fazer a operação, entretanto, não trouxe resultados e ela engordou mais. Agora, a única saída é fazer a cirurgia de redução de estômago. Desde então, vem passando por diversas consultas e exames para realizar a operação.

“A última vez que estive no Hospital de Clínicas me disseram que faz cinco anos que o hospital não realiza esse tipo de cirurgia, isso me deixou bastante preocupada, pois não há na cidade um hospital público como este. Portanto, peço socorro às autoridades e médicos habilitados neste tipo de tratamento para que me ajudem, não tenho mais condições de trabalhar, mal consigo ficar de pé por muito tempo, por conta das dores no joelho, e também não tenho dinheiro para pagar a cirurgia. Moro em casa alugada e ainda recebo um salário mínimo por estar afastada devido a problemas de saúde”, explica Maxileia, que pede ajuda principalmente ao secretário de Saúde, Fahim Sawan, que passou por um procedimento parecido, portanto, compreende a situação que ela está vivendo. 

Em meio a essa demora em conseguir a cirurgia, Maxileia revela também que a realização de consultas e exames nas unidades de saúde é bastante demorada. “Fiquei esperando por seis meses para realizar uma ultrassonografia no joelho e no tornozelo. A demora foi tanta que fizeram uma campanha para arrecadar dinheiro para o exame em laboratório particular. Mas continuo na fila eletrônica, desta vez, depois de uma consulta com cardiologista, que também demorou para ser agendada, preciso de uma ultrassonografia do coração. Porém, as notícias não são nada boas, as próprias atendentes me aconselharam a pagar pelo exame, pois a previsão de realização é para o meio do ano que vem”, conta a usuária.

Diante desta situação Maxileia disse que precisa de ajuda. Se alguém puder colaborar pode ligar no telefone dela: 3334-0806.

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