Em dois pontos distintos da cidade a reclamação é a mesma: a falha na prestação de serviço por parte do Codau. Outra coisa em comum é a insatisfação dos consumidores
Em dois pontos distintos da cidade a reclamação é a mesma: a falha na prestação de serviço por parte do Codau. Outra coisa em comum é a insatisfação dos consumidores, os quais já não sabem mais onde recorrer para ver os problemas com vazamentos solucionados.
No bairro Chica Ferreira, a comerciante Poliana Mendes Resende revelou que desde o dia 13 de novembro, quando foi solicitada a primeira ordem de serviço, os moradores têm sofrido com o vazamento localizado na rua Messias Fernandes de Jesus. “Até hoje, nada. A rua já está com um buraco enorme, dá até para ver a água com cloro saindo. Além disso, toda hora passa um ônibus e atira pedras e barro nos portões das casas. Estamos em cima, ligamos lá no Codau, mas na maioria das vezes ninguém nos atende. Há dias em que ficamos sem água mesmo com essa mina na porta de casa”, declarou a comerciante.
Muda o bairro, mas a situação é a mesma. Residente na rua Diva Ferreira Pinheiro, no Serra Dourada, a dona de casa Luciana Aparecida Silva, revelou que já são mais de 20 dias convivendo com um vazamento de grandes proporções na via. “É uma água limpa que está sendo desperdiçada. Pagamos tão caro e o Codau nos diz que não tem como resolver o problema porque há muita demanda. Eles precisavam olhar com mais atenção, olhar por nós”, disse, revoltada.
Também revoltado, o aposentado Vamilton Alves, residente na mesma rua, explicou que o vazamento gera transtornos, com o acúmulo de sujeira nas residências da região. “Esse barro todo, suja portas e garagens. Então, as pessoas têm de lavar a frente das casas todos os dias, o que gera gastos e até desperdício. Já ligamos no Codau e eles demonstram que não estão nem aí para o problema, para o vazamento”, lamentou.