CIDADE

Vereador fica indignado ao cobrar fornecimento de remédios

Na reunião plenária desta quarta-feira, um indignado Samuel Pereira (PR) voltou a cobrar da Prefeitura a regularização do fornecimento de medicamentos para a farmácia básica

Renata Gomide
Publicado em 11/08/2011 às 23:17Atualizado em 19/12/2022 às 22:53
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Na reunião plenária desta quarta-feira, um indignado Samuel Pereira (PR) voltou a cobrar da Prefeitura a regularização do fornecimento de medicamentos para a farmácia básica do município instalada na Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Abadia. Ele questionou inclusive a informação da Secretaria Municipal de Saúde de que havia solucionado 50% do problema e assegura que “está faltando, e muito”, remédio para a população.

Na lista estão cloridrato de fluoxetina, ibuprofeno, loratradina, paracetamol, amitriptilina e Haldol. “São remédios de que mais necessitam as famílias daquela região”, atesta o republicano, revelando que já procurou o colega Cléber Cabeludo, presidente da Comissão de Saúde da Câmara – da qual é o relator – para que juntos tomem uma posição sobre o caso.

A intenção de Samuel é reunir-se com os integrantes do colegiado ainda hoje, já que, no seu entendimento, a Prefeitura tem que encontrar uma solução para o caso. Posteriormente ele pretende sentar-se com o prefeito Anderson Adauto (PMDB) e o secretário de Saúde, Valdemar Hial.

No fim do mês passado o vereador denunciou o problema depois de ter sido procurado por pelo menos duas dezenas de moradores da região da UPA Abadia. Hoje, ele conta que a situação se repete na Unidade de Saúde da Família do Morada do Sol, onde a reclamação é geral.

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