CIDADE

Vizinhos alertam que área abandonada e casas vazias oferecem risco de dengue

Publicado em 26/01/2013 às 09:55Atualizado em 19/12/2022 às 15:04
Compartilhar

Moradores reclamam de terreno abandonado no bairro Universitário e casas na rua Castro Alves, no bairro Abadia. Os imóveis estão sem o mínimo de cuidado e se transformaram em focos de dengue. No Universitário, algumas caçambas de entulho também foram abandonadas no terreno e, segundo os vizinhos, são grandes pontos de acúmulo de água, e consequentemente, proliferação do mosquito.

“O terreno está abandonado e nós já não sabemos o que fazer”, ressalta um morador que preferiu não se identificar por medo de represálias por parte dos donos do terreno.

Casas abandonadas na rua Castro Alves, no bairro Abadia, também têm gerado reclamações. “Ladrões já utilizaram as casas para se esconder. O mato está enorme, uma das casas eu já sei que é da Prefeitura. A outra eu não encontro o dono”, informa a moradora do bairro Abadia. Segundo ela, a falta de manutenção também tem gerado focos para o mosquito da dengue.

A Secretaria de Infraestrutura informa que está dando prioridade ao mutirão da dengue e espera compreensão da população, pois os casos mais graves e espaços onde a infestação do mosquito está mais séria serão observados com prioridade. “Nós estamos dando prioritariamente ao trajeto do mutirão da dengue, os locais fora dessa rota serão analisados conforme as solicitações e agendamento, pois não temos equipe para fazer tudo ao mesmo tempo”, ressalta o secretário interino de Infraestrutura, José Donizete de Melo.

Os terrenos de propriedade da Prefeitura serão limpos conforme a prioridade, afirma o secretário. “Possuímos uma facilidade para limpar os terrenos que são da Prefeitura porque não dependemos de autorização para limpar, porém é importante ressaltar que faremos tudo atendendo às prioridades”, informa.

O secretário destaca ainda que é preciso apoio da população para que não sujem os terrenos vagos ou acumulem objetos que possam servir de criadouro do mosquito. “Contamos com a população para que possamos resolver tudo o mais rápido possível, havíamos estipulado 60 dias de trabalho, porém estamos encontrando pelo caminho situações muito críticas, o que pode atrasar um pouco o serviço”, ressalta. (AM)

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por