Polarização evidente!
Vivemos os tempos das eleições de 2026. O último prazo para filiação e desincompatibilização a fim de pleitear cargos eletivos este ano é dia 04 de abril. A eleição se avizinha.
Dois polos dominam a nação
Uma característica se mostra cada vez mais evidente: O país ainda se encontra dividido entre os campos políticos da direita e da esquerda. Ou, entre a figura de Luiz Inácio Lula da Silva e o Clã Bolsonaro.
O Instituto Quaest
O respeitado Instituto Quaest, que acertou os resultados das eleições 2022, além de ter acertado dezenas e dezenas de resultados municipais em 2024, aponta que o país está super dividido em “bolhas eleitorais”.
Vamos às bolhas!
19% da população se intitula de esquerda e Lulista.
14% da população se intitula de esquerda, mas não se classifica como Lulistas.
Essa turma soma 33% dos votos.
À direita
21% se diz de direita, mas não se enquadra como Bolsonaristas.
12% se classifica como de direita e se identifica como Bolsonaristas.
Essa segunda turma soma os mesmos 33% dos votos.
Os independentes!
Nessa turma aqui, 32% se intitula independentes. Não gosta das bandeiras da direita, nem da esquerda. E não gosta nem de Lula e nem de Bolsonaro.
Apenas 2% não quis ou não soube se posicionar.
Neste quadro...
Neste quadro, fica claro que os dois polos maiorais precisam ir atrás dos votos daqueles que se declaram independentes.
Só tem um detalhe:
Dentro da fatia dos ditos independentes, existem três blocos:
Apenas 10% diz que irá às urnas votar e que vai proferir votos válidos. 12% dessa fatia diz que não irá às urnas votar em 2026. E os outros 10% diz que, se comparecer em suas sessões eleitorais, será para votar branco ou nulo. Estes últimos são os chamados “desalentados”.
Neste quadro, percebe-se que:
Os dois polos maiorais hoje (Lula x Bolsonaro) estão correndo (praticamente) atrás de apenas 10% dos votos da população.
É um ambiente bastante polarizado e inclusive muito rivalizado.
Vamos deixar claro que tudo isso pode mudar. Uma vez que: a política é dinâmica. Ela pode mudar com o passar do tempo.
Muda por quê?
Muda porque a política é filme, ou seja, é dinâmica. E pesquisa é foto. Ou seja, retrata a realidade momentânea.
Vamos em frente!