FALANDO SÉRIO

Condenado uberabense acusado de fornecer arma para assassinato

Wellington Cardoso
Publicado em 02/06/2019 às 07:36Atualizado em 17/12/2022 às 21:21
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Guerra jurídica

Ratificação pelo Tribunal de Justiça de condenação de jovens de classe média por tráfico de drogas mostra a batalha jurídica travada por advogados e MP.

8 ou 80

Enquanto os advogados queriam a anulação do processo, questionando o flagrante e acusando a polícia de invasão de domicílio, o MP pedia que as penas fossem agravadas.

Informal

A defesa chegou a dizer que a confissão de um dos acusados havia sido uma simples “conversa informal” com policiais, e, por isso, incapaz de levar à condenação.

Silêncio

Alegou ainda que essa “conversa informal” desrespeitou o direito ao silêncio dos presos.

Filmagem

Toda a ação da PC foi por ela mesma filmada, o que jogou por terra muitos argumentos da defesa.

Colaborador

Uma das cenas mostra um dos acusados dizendo que “tô colaborando”, “tô aqui de boa colaborando com vocês”.

Delator

Processo evidencia ter sido ele o delator dos outros condenados.

Sem coação

Em sua manifestação, o desembargador Renato Jacob recorreu à filmagem para dizer que não houve coação nem agressão pelos policiais.

Acompanhados

Se não bastasse, os jovens foram acompanhados por seus advogados nos procedimentos em delegacia à época das prisões.

Usuário

Também nesse processo, os acusados de tráfico tentaram se passar por simples usuários, apesar da grande quantidade de drogas apreendidas (maconha, haxixe, LSD e ecstasy).

Vitorioso

No embate jurídico entre defesa e acusação saiu vitorioso o promotor Laércio Conceição, pois as penas dos 4 ficaram entre 9 anos e 10 anos e 6 meses, no regime fechado.

Sem denúncia

UFTM não registrou nenhuma queixa que professor tivesse abandonado sala de aula para participar da manifestação de quinta-feira em Uberaba.

Sem prejuízo

Nem houve prejuízo às aulas, segundo a própria universidade.

Motivação

A diretoria não quis comentar a motivação da manifestação dos estudantes dentro do prédio administrativo da UFTM e voltada contra a reitora. Isso é com eles – afirmou.

Irreal

Quanto aos gritos de “golpista” dirigidos à reitora, a assessoria frisou que “o que foi dito não condiz com a situação atual”.

Ficou claro

Episódio evidenciou serem os manifestantes partidários do professor Fábio Fonseca, vencedor da eleição informal para reitor, mas que dificilmente será nomeado.

Sinalização

E não será nenhuma surpresa se o atual mandato for inteiramente cumprido por Ana Lúcia na condição de pro-tempore.

Resistência

Há resistência dentro do próprio Governo aos nomes indicados para o cargo.

Geladeira

Com isso, a lista tríplice encabeçada por Fábio está na “geladeira”, entre o MEC e a Casa Civil da Presidência da República, há dez meses.

Aposentadoria

Com 40 anos de serviço público federal, três na iniciativa privada e um no Exército, Rolando Malvázio está mais um aposentado desde ontem.

Continua

Ele garante que continuará na vida sindical e brigando pela Educação e os direitos dos trabalhadores, com ou sem mandato.

Doído

Cortes em orçamentos da Educação sempre houve, mas, segundo Rolando, o que diferencia um Governo do outro é o tratamento dispensado à comunidade acadêmica.

Adjetivos

“Temos sido chamados de imbecis, idiotas úteis” – queixou-se, referindo a Bolsonaro.

Contraponto

Já antigo professor da UFTM, optando pelo anonimato por medo de represália, como admite, se queixa de ações que, “no fundo, nada têm a ver com interesses da Educação”.

Disputa

IFTM renovará sua diretoria ainda este ano e o professor Eurípedes Ronaldo Ananias, com história na criação do instituto, é nome certo para a disputa.

Condenado

Acusado de fornecer a pistola 380 usada na execução de agente penitenciário Luciano Lucas, em 2016, em Uberlândia, uberabense foi condenado a 12 anos de prisão.

Foragido

Ele foi processado na condição de foragido e permanece em liberdade aguardando julgamento de recurso.

Trama

Segundo investigação do Gaeco de Uberlândia, o agente penitenciário, atingido por 16 disparos, morreu porque o PCC queria dar um recado ao sistema prisional.

Origem

A arma usada foi buscada em Uberaba.

Apenado

Réu confesso do crime, Pablo Quirino dos Santos foi condenado a 32 anos e cumpre pena em Uberlândia.

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