Guerra jurídica
Ratificação pelo Tribunal de Justiça de condenação de jovens de classe média por tráfico de drogas mostra a batalha jurídica travada por advogados e MP.
8 ou 80
Enquanto os advogados queriam a anulação do processo, questionando o flagrante e acusando a polícia de invasão de domicílio, o MP pedia que as penas fossem agravadas.
Informal
A defesa chegou a dizer que a confissão de um dos acusados havia sido uma simples “conversa informal” com policiais, e, por isso, incapaz de levar à condenação.
Silêncio
Alegou ainda que essa “conversa informal” desrespeitou o direito ao silêncio dos presos.
Filmagem
Toda a ação da PC foi por ela mesma filmada, o que jogou por terra muitos argumentos da defesa.
Colaborador
Uma das cenas mostra um dos acusados dizendo que “tô colaborando”, “tô aqui de boa colaborando com vocês”.
Delator
Processo evidencia ter sido ele o delator dos outros condenados.
Sem coação
Em sua manifestação, o desembargador Renato Jacob recorreu à filmagem para dizer que não houve coação nem agressão pelos policiais.
Acompanhados
Se não bastasse, os jovens foram acompanhados por seus advogados nos procedimentos em delegacia à época das prisões.
Usuário
Também nesse processo, os acusados de tráfico tentaram se passar por simples usuários, apesar da grande quantidade de drogas apreendidas (maconha, haxixe, LSD e ecstasy).
Vitorioso
No embate jurídico entre defesa e acusação saiu vitorioso o promotor Laércio Conceição, pois as penas dos 4 ficaram entre 9 anos e 10 anos e 6 meses, no regime fechado.
Sem denúncia
UFTM não registrou nenhuma queixa que professor tivesse abandonado sala de aula para participar da manifestação de quinta-feira em Uberaba.
Sem prejuízo
Nem houve prejuízo às aulas, segundo a própria universidade.
Motivação
A diretoria não quis comentar a motivação da manifestação dos estudantes dentro do prédio administrativo da UFTM e voltada contra a reitora. Isso é com eles – afirmou.
Irreal
Quanto aos gritos de “golpista” dirigidos à reitora, a assessoria frisou que “o que foi dito não condiz com a situação atual”.
Ficou claro
Episódio evidenciou serem os manifestantes partidários do professor Fábio Fonseca, vencedor da eleição informal para reitor, mas que dificilmente será nomeado.
Sinalização
E não será nenhuma surpresa se o atual mandato for inteiramente cumprido por Ana Lúcia na condição de pro-tempore.
Resistência
Há resistência dentro do próprio Governo aos nomes indicados para o cargo.
Geladeira
Com isso, a lista tríplice encabeçada por Fábio está na “geladeira”, entre o MEC e a Casa Civil da Presidência da República, há dez meses.
Aposentadoria
Com 40 anos de serviço público federal, três na iniciativa privada e um no Exército, Rolando Malvázio está mais um aposentado desde ontem.
Continua
Ele garante que continuará na vida sindical e brigando pela Educação e os direitos dos trabalhadores, com ou sem mandato.
Doído
Cortes em orçamentos da Educação sempre houve, mas, segundo Rolando, o que diferencia um Governo do outro é o tratamento dispensado à comunidade acadêmica.
Adjetivos
“Temos sido chamados de imbecis, idiotas úteis” – queixou-se, referindo a Bolsonaro.
Contraponto
Já antigo professor da UFTM, optando pelo anonimato por medo de represália, como admite, se queixa de ações que, “no fundo, nada têm a ver com interesses da Educação”.
Disputa
IFTM renovará sua diretoria ainda este ano e o professor Eurípedes Ronaldo Ananias, com história na criação do instituto, é nome certo para a disputa.
Condenado
Acusado de fornecer a pistola 380 usada na execução de agente penitenciário Luciano Lucas, em 2016, em Uberlândia, uberabense foi condenado a 12 anos de prisão.
Foragido
Ele foi processado na condição de foragido e permanece em liberdade aguardando julgamento de recurso.
Trama
Segundo investigação do Gaeco de Uberlândia, o agente penitenciário, atingido por 16 disparos, morreu porque o PCC queria dar um recado ao sistema prisional.
Origem
A arma usada foi buscada em Uberaba.
Apenado
Réu confesso do crime, Pablo Quirino dos Santos foi condenado a 32 anos e cumpre pena em Uberlândia.