FALANDO SÉRIO

Desmoralizante

Estado prefere mudar sede de representação a enfrentar criminosos

Wellington Cardoso
Publicado em 15/05/2017 às 09:42Atualizado em 16/12/2022 às 13:21
Compartilhar

Em baixa

Com o mercado imobiliário em crise, construção civil fechou 2016 com o menor nível de emprego dos últimos sete anos.

Gangorra

O número de trabalhadores no setor caiu de 11 mil 053 em 2010 para 14 mil 762 em 2014 (o pico) e despencou para 5 mil 832 no ano passado.

Cautela

O uberabense continua encarando com reservas as perspectivas econômicas e evitando se desfazer do dinheiro que tem. Faz reservas de apartamentos, mas opta por não pagar de imediato.

Corte

Nos próximos dias, empresário do setor cortará 25% dos operários que ainda mantém na folha de pagamento da empresa. Por questão de sobrevivência.

Bilheteria

A inteligente negociação feita pela ABCZ para o retorno dos shows ao Parque Fernando Costa, este ano, garantiu o lucro sem correr maiores riscos.

Participação

Ao invés de cachê fixo, foi acertado que cantor e duplas levariam 60% da bilheteria e a organização ficaria com o restante para cobrir as despesas, que não foram poucas.

Limpinhos

Os seus 60%, os cantores receberam “limpinhos”.

Cachê

Atualmente é de R$ 200 mil o cachê de Zezé di Camargo, que se mostrou quase que completamente sem voz no show.

Corda bamba

Examinando possibilidade de vir a Uberaba ainda este mês, o ministro da Justiça Osmar Serraglio dificilmente se sustentará no cargo.

Respingos

O cerco que se fecha sobre a JBS traz preocupações a Uberaba e região, onde o grupo tem negócios, amigos e colaboradores.

Frango

Um dos negócios é o frango Nhô Bento, ainda em Veríssimo, onde emprega cerca de cem pessoas, mas de transferência prevista para Uberaba.

Homem forte

No fim de semana, o site da revista Veja publicou que o uberabense Ricardo Saud deverá prestar depoimento à Polícia Federal como homem de confiança da JBS.

Silêncio

FALANDO SÉRIO tentou ouvir Ricardo, mas seus telefones acusam estar desligados.

Chega pra lá

Ao que tudo indica, a Polícia Militar deu um “chega para lá” na Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Não sabe

Desde dezembro a secretaria não publica os índices de criminalidade em Minas. Deixou de ser alimentada ou recebeu ordem para ficar calada.

Sensação

Há quem entenda que esconder as ocorrências é uma forma de restabelecer a sensação de segurança. E é, mas mascara a situação e não contribui para a busca de soluções.

Lei da Gorjeta

Está em vigor desde sábado a Lei da Gorjeta, que prevê o registro da gratificação em carteira pelos empregadores com base na média do recebimento dos últimos doze meses.

Fiscalização

Em Uberaba, nenhum estabelecimento emprega mais de sessenta garçons e, por isso, a fiscalização do cumprimento da lei é do sindicato da categoria.

Cobrança

O acesso à praia, cachoeiras e outras belezas naturais por áreas particulares poderá ser cobrado, de acordo com projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

No Senado

Proposta não precisará passar pelo plenário e irá direto para o Senado.

Só festa

Patrocínio em festa com a volta da Patrocinense à elite do Campeonato Mineiro depois de 23 anos de frustrações. Arrancada começou na Terceirona no ano passado.

Virou festa

Para a bandidagem, o furto de veículos em Uberaba virou festa.

Desmoralizante

Por causa de assaltos à sua sede na avenida Nelson Freire, a representação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esporte mudou para o prédio da UAI estadual.

Imagine só!

Se o Estado prefere “queimar o sofá” ao invés de combater o problema, que esperança dá aos simples mortais?

Perto do fim

Esta semana, Prefeitura e Funepu batem o martelo quanto à parceria voltada para a assistência médica nas UPAs e Hospital Regional.

Prioridade

Assunto é uma das prioridades da agenda de Piau e o secretário Iraci Neto já nesta segunda-feira.

Interessante

É boa a ideia do vereador Agnaldo Silva de se concentrar depósitos de animais em área específica.

Quem banca?

O problema são os investimentos que já foram feitos na Supra pela própria entidade, simpatizantes da causa, Prefeitura e Ministério Público, e dinheiro para repeti-los em outro espaço.

Dependência

Todo mundo sabe o quanto as drogas ilícitas impactam a segurança pública, e o Estado andando na contramão.

Menos recursos

Ele submete as comunidades terapêuticas às Secretarias de Saúde, porta de entrada para a internação, mas reduz os recursos para o setor.

Em números

O orçamento para atender as comunidades (ai das famílias pobres sem elas) despencou de R$ 14 milhões para R$ 11 milhões. O Governo não trata prioridade como prioridade.

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2025Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por