SEMANA DO GÁS

Gasmig amplia receita e mantém investimentos em expansão da rede

Marconi Lima
Marconi Lima
Publicado em 23/05/2026 às 12:19
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Gasmig registra crescimento de 5,6% no primeiro trimestre de 2025. Companhia divulgou crescimento na receita líquida e investiu R$83 milhões em expansão da rede (Foto/Reprodução)

Trimestre
A Gasmig anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre de 2025. A receita líquida da empresa alcançou R$832,57 milhões, representando um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foi registrada uma receita de R$787,98 milhões.

Lucro
O lucro líquido do trimestre foi de R$114,38 milhões, o que reflete os impactos dos custos operacionais e evidencia um aumento na eficiência operacional da empresa. 

Investimento
A companhia informou que segue investindo em expansão e inovação, com destaque para o avanço do Projeto Centro-Oeste, responsável por, aproximadamente, 80% dos investimentos realizados no trimestre e no adensamento do mercado urbano, que juntos totalizaram R$83 milhões.

Ativos
Com ativos totais de R$3,23 bilhões e patrimônio líquido de R$1,35 bilhão ao final do trimestre, a direção da Gasmig reforçou que sua posição é sólida no setor e mantém o foco em inovação e expansão para atender às demandas crescentes do mercado mineiro.

Preço
A Agência Eixos destacou que a Petrobras avalia internamente diferentes soluções – e não só o parcelamento – para suavizar o aumento do preço do gás natural no próximo reajuste trimestral, em agosto, disse o gerente-geral de Comercialização de Gás e Energia da estatal, João Marcello Barreto. 

Propostas
A ideia, segundo ele, é apresentar as propostas ao mercado “o mais breve possível”. Barreto cita que, para além do parcelamento do ajuste, a petroleira também avalia medidas como o estabelecimento de pisos e tetos nos preços, tanto no mercado cativo quanto no mercado livre.

Ferro verde
A Eixos trouxe ainda a informação de que a Brazil Iron quer transformar uma jazida de minério de ferro no centro-sul da Bahia em uma plataforma de produção de ferro descarbonizado voltada ao mercado internacional, apostando no gás natural como rota de redução de emissões. 

Gás
O plano é utilizar gás natural na primeira fase do projeto, apostando em uma redução inicial de mais de 70% das emissões em comparação às rotas tradicionais da siderurgia baseadas em carvão. O restante pode ser capturado ou compensado.

Investimentos
O projeto, com o início das operações previsto para 2030 ou 2031, estima investimentos de US$5,7 bilhões e mira a produção de HBI (Hot Briquetted Iron), insumo intermediário entre minério de ferro e o aço, considerado estratégico para a nova era da siderurgia.

Certificação
A empresa afirma já ter certificado 1,7 bilhão de toneladas de minério de ferro de alta pureza na Bahia, com potencial de ampliação das reservas, nos municípios de Piatã, Abaíra e Jussiape. 

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