A International Criminal Police Organization (Interpol) tem hoje 6.629 pessoas em sua “Difusão Vermelha”, sendo que 75 delas são brasileiras, dentre as quais uma é uberabense: Fagner Flauzino, hoje com 43 anos
Procurado
A International Criminal Police Organization (Interpol) está presente em 196 países e tem hoje 6.629 pessoas em sua “Difusão Vermelha”, dentre as quais 75 são brasileiras. E, infelizmente, Uberaba é representada pelo latrocida (matou para roubar) Fagner Flauzino, hoje com 43 anos.
Procurados no exterior
Muito em breve as fotos e nomes de Tania Maria de Carvalho & Carvalho e de seu marido, Eurípedes de Carvalho, responsáveis pela Móveis Basílio, em Uberaba, também estarão na lista de procurados perigosos da Interpol. O pedido foi feito pela Polícia Civil e teve parecer favorável do Mistério Público, sendo deferido pelo Poder Judiciário. Hoje, o casal “Basílio” é procurado pelas polícias do Brasil e pela Interpol no exterior. Existe a suspeita de que a família “Basílio” tenha saído do país e por isso a Interpol foi acionada.
Prisão internacional
A lista de procurados é pública e contém dados e fotos de pessoas envolvidas em crimes como pedofilia, lavagem de dinheiro e terrorismo e outros crimes graves. E a “Difusão Vermelha” é um alerta internacional que permite a prisão de criminosos procurados em qualquer um dos 196 países onde a Interpol está presente.
Latrocida
Fagner Flauzino matou e roubou o arquiteto e decorador Marco Antônio Nascimento. O crime aconteceu na casa da vítima, na rua Senador Feijó, no dia 4 de abril de 2005. O criminoso chegou a ser preso, mas foi liberado por ordem do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Em seguida, ele teria fugido para a Inglaterra. Em seguida, foi condenado a 20 anos de reclusão.
Preso pela Interpol
Na Inglaterra, Fagner Flauzino chegou a ser preso pela Interpol, quando procurava por atendimento em hospital psiquiátrico. A prisão aconteceu graças a um alerta de “Difusão Vermelha”, expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Uberaba, por ordem do então juiz de Direito, hoje desembargador Ricardo Cavalcante Motta.
Lista “Difusão Vermelha”
A coluna SENTINELA tem informações de que o processo de extradição do uberabense Fagner Flauzino foi iniciado pelo Ministério da Justiça no Brasil, através do Departamento de Estrangeiros. A documentação prevista no Tratado de Extradição entre Brasil e o Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte deveria ter sido concluída, mas tudo indica que não foi, afinal, o nome e foto do criminoso Fagner Flauzino ainda consta “Difusão Vermelha” da Interpol.
Furto de ônibus
Polícia Militar registrou o furto do ônibus Agrale Marco Polo, placas com finais 45. O furto aconteceu na rua Olímpio Cassimiro Mendonça, no Parque das Américas, em frente a um hotel e ao lado do Posto Zote. O motorista disse ser funcionário da Usina Tijuco e o ônibus é usado para o transporte de funcionários. O boletim de ocorrência foi encaminhado à Polícia Civil.
Mais um...
Homem de 67 anos procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência contra os responsáveis pela empresa Móveis Basílio, Tania Maria de Carvalho & Carvalho e seu marido, Eurípedes de Carvalho. Ele conta que realizou um contrato com a empresa, na pessoa do “sócio administrador” Eurípedes de Carvalho, no valor de R$90 mil, referente a serviços de móveis planejados. Conforme a vítima, efetuou o pagamento de R$60 mil via Pix e dividiu R$30 mil em oito parcelas no cartão de crédito.
Vida de polícia...
Um sargento da Polícia Militar, de 48 anos, durante o cumprimento de seu dever, foi ferido por uma travesti que estava sendo acusada de furto de celular. O pior é saber que o militar foi ferido tentando impedir que a travesti se ferisse. Tudo começou quando a guarnição do sargento PM foi abordada pela vítima, um jovem de 23 anos. Ele disse que a travesti lhe ofereceu sexo oral por R$20. Ele topou a empreitada e pagou através de Pix. Durante o ato, porém, a travesti furtou seu celular.
Celular furtado
Guarnição policial comandada pelo sargento PM, durante rastreamento, abordou a travesti. Ela estava muito exaltada, com olhos vermelhos e odor de crack, negando-se a todo momento a se colocar em posição de buscas e a pôr as mãos na cabeça e entrelaçar os dedos, de acordo com o manual de prática policial. Logo em seguida, apareceu um homem de 20 anos, que seria namorado da travesti e, no final das contas, entregou o aparelho supostamente furtado. O celular estava escondido debaixo de um monte de areia.
Agressiva
Conforme o homem de 20 anos, a travesti havia acabado de fazer uso de crack e por isso estava agressiva. A travesti relatou que o cliente, jovem de 23 anos, solicitou um programa sexual e, durante o ato, pediu para que ela ficasse nua em via pública. Ela avisou que era mais caro e, em síntese, ficou com o celular como garantia. O sargento PM pediu a travesti que se posicionasse para ser algemada, devido à sua exaltação e ao seu nervosismo. A travesti se recusou a acatar a solicitação e começou a bater a própria cabeça contra a parede. Depois de a autora bater a cabeça por várias vezes, houve a tentativa do sargento em contê-la, temendo pelo pior, ocasião em que ele foi mordido na mão direita. Apresentando lesão nos dedos e atingido com maior gravidade no terceiro dedo pelos dentes da autora, o militar precisou de atendimento médico-hospitalar.