VICTORIA WEITZEL

Coluna destaca as mães neste dia especial

Victoria Weitzel
Victoria Weitzel
Publicado em 09/05/2026 às 11:53
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DO MEU FEED PARA CÁ

Lar é o lugar onde mora o nosso coração. E esse é o meu! Minha filha Helena e meu marido Tiago. A foto foi um belíssimo Clique de Lucas Costa (Foto/Lucas Costa)

Jessica Sousa com seus filhotes Antônio e Francisco (Foto/Arquivo pessoal)

Alessandra Valadares com o filho Enrico pelas ruas de NY (Foto/Arquivo pessoal)

Daniela Barbosa Frangiosi com o pequeno Benício em seu aniversário de 1 aninho! (Foto/Tati Mendonça)

Vera Caixeta celebra mais um ano de vida no dia 15/05. Na foto ao lado do marido Valdeci, dos filhos Yuri e William e dos netos Théo e Lara. Muitas felicidades sempre! (Foto/Arquivo pessoal)

Tássia é inspiração de força e resiliência. Ao lado do marido, Bruno Botelho, é mãe de Júlia, Gabriel e da anjinha Luísa. (Foto/Arquivo pessoal)

Jaque e Joca esbanjaram muita fofura no ensaio de Dia das Mães! (Foto/Arquivo pessoal)

Ana Paula Machado e Gustavo Oliveira com os filhos Maria Alice e João. (Foto/Arquivo pessoal)

Vovó Vania curtindo os netos Helena, Florença, Gael e Tarcísio! Farra garantida! (Foto/Arquivo pessoal)

Paula Campos celebra o dia das mães com os filhotes lindos Antônia e Francisco (Foto/Tati Mendonça)

A bela Paula Karoline enfeita a coluna com a princesinha Ana Júlia (Foto/Arquivo pessoal)

O que ninguém te conta sobre ser mãe!
A maternidade chega de forma única para cada mulher, mas em todas elas existe algo em comum: um amor que nasce devagar, cresce todos os dias e transforma completamente a forma de ver e viver a vida. É um laço que se constrói nos detalhes, nos gestos mais simples e nas rotinas que, de repente, ganham um novo significado. Ser mãe é, nunca ter o direito de parar. Mesmo diante do cansaço ou da doença, há sempre uma prioridade maior esperando por atenção e carinho.

A maternidade traz consigo renúncias profundas. Sonhos adiados, rotinas transformadas, o corpo muda e a liberdade ganha novos significados. Ainda assim, há uma entrega inteira a uma realidade que, em grande parte, se redefine a partir da mulher. Ser mãe também é conviver com noites mal dormidas; vigilância constante e uma carga emocional intensa. É carregar culpas que nem sempre fazem sentido; ouvir opiniões de todos os lados e, ainda assim, encontrar forças para seguir. Há uma dimensão silenciosa nessa jornada. Renúncias que não são vistas, lágrimas discretas, medos e inseguranças que se misturam ao cansaço. Mas, em contraponto, existe um amor que amplia tudo. Um sentimento que transforma, que expande e revela uma capacidade de amar até então desconhecida. A maternidade também é instinto, coragem e proteção. É a certeza de que, por um filho, tudo seria feito novamente. Cada conquista, cada dificuldade e cada emoção vivida por uma criança reverbera, de alguma forma, no coração de quem cuida. É importante reconhecer, ainda, as diferentes formas de maternar. Mães solo, mães enlutadas, mães do coração, mulheres que sonham em se tornar mães e não conseguem por diversos motivos, mulheres que enfrentam desafios diários sem rede de apoio; mães que sofrem e esperam nas portas de penitenciárias para ver seus filhos, mães atípicas, mães que recomeçam mesmo após abandonos ou perdas; carregam histórias de força e persistência que merecem visibilidade e respeito. Por isso, o Dia das Mães é mais do que uma celebração. É um convite ao reconhecimento. Reconhecer o esforço invisível, a dedicação contínua e o amor que sustenta tantas histórias. É, acima de tudo, um ato de entrega. E por tudo o que representa, merece ser celebrado com respeito, carinho e admiração.

Desejo um lindo e especial dia das mães para todas as leitoras da minha coluna.

(Foto/Reprodução)

(Foto/Aequivo pessoal)

(Foto/Arquivo pessoal)

ESPECIAL MAMÃES
DICA DE FILME
Juntos pelo acaso O filme Juntos Pelo Acaso também emociona pela forma como mostra que família vai muito além dos laços tradicionais. De maneira inesperada, Holly e Messer precisam aprender a cuidar, amar e construir um lar para uma criança que passa a depender deles. Entre erros, medos e descobertas, o filme traz uma reflexão bonita sobre acolhimento, responsabilidade afetiva e como o amor pode nascer nas situações mais improváveis. É uma história que lembra que ser família não depende apenas de planos perfeitos, mas da escolha diária de amar

(Foto/Reprodução)

DICA DE LIVRO Criando Meninas O livro Criando Meninas é uma leitura leve, acolhedora e cheia de reflexões sobre os desafios de criar meninas nos dias de hoje. Com uma linguagem simples e muito real, ele fala sobre autoestima, emoções, limites, inseguranças e a importância de ensinar nossas filhas a crescerem fortes e confiantes, sem deixar de serem quem são. Ao longo das páginas, o livro traz situações do cotidiano que fazem mães e pais se identificarem facilmente. É aquele tipo de leitura que abraça, faz pensar e mostra que educar também é aprender todos os dias junto com os filhos.

(Foto/Reprodução)

DICA DE MÚSICA Sem você Bárbara Dias

(Foto/Reprodução)

Mães atípicas: O cromossomo do amor
A maternidade de Aline Aleixo de Almeida começou de forma inesperada, mas cheia de amor desde o primeiro instante. Após o nascimento de Manuela, com 36 semanas e 3 dias, veio o diagnóstico da síndrome de Down, descoberto apenas depois que a bebê precisou ir para a UTI neonatal. Entre o medo, a ansiedade e a quebra de expectativa, Aline escolheu enxergar além do diagnóstico: decidiu viver o amor real, e não o luto pelo filho idealizado. E Manu respondeu da forma mais linda possível, superando expectativas todos os dias. Calma, forte e cheia de luz, ela transformou a rotina da mãe em uma experiência de aprendizado, fé e admiração. Entre desafios, terapias e conquistas como o aleitamento materno, Aline descobriu que havia recebido um milagre em forma de filha.

(Foto/Arquivo pessoal)

Mães que transformam o luto em propósito
A história de Isabela Vasconcelos emociona pela força, coragem e amor. Após perder a filha Betina para a GALD, uma doença rara que afeta o fígado do bebê ainda na gestação, ela e o marido, Raul Dutra, decidiram transformar o luto em propósito. Da dor nasceu o Instituto Betina, criado em Uberaba para acolher famílias e levar informação sobre a doença. Mesmo cercada pelo medo de viver tudo novamente, Isabela enfrentou uma nova gestação com esperança e um tratamento inédito no Brasil. O nascimento de Bento representa mais do que um milagre para a família: é um símbolo de superação, fé, avanço da medicina e esperança para outras mães.

(Foto/Arquivo pessoal)

(Foto/Reprodução)

(Foto/Reprodução)

(Foto/Reprodução)

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