Mais uma vez não deu para Marta. Ontem, a brasileira não conseguiu seu sexto prêmio de melhor jogadora do mundo, sendo desbancada pela norte-americana Carli Lloyd, que também deixou para trás a alemã Melanie Behringer, artilheira e campeã dos Jogos Olímpicos Rio-2016. Esse foi o segundo prêmio da meio-campista, que já havia levado a honraria no ano passado.
A escolha por Lloyd surpreendeu, já que, normalmente, em ano de Jogos Olímpicos, o desempenho na competição influencia (e muito) na escolha. No Rio de Janeiro, a seleção norte-americana foi eliminada nos pênaltis nas quartas de final, longe do desempenho esperado das maiores campeãs da modalidade.
A favorita era Behringer, que teve um papel fundamental na conquista da medalha de ouro da seleção alemã, marcando um gol decisivo contra a China nas quartas de final, por exemplo, e sendo artilheira da Rio-2016 com cinco gols marcados.
No prêmio, Marta é a maior vencedora, sendo eleita cinco vezes a melhor jogadora do mundo. Além disso, a brasileira ainda contabiliza cinco vices no prêmio da Fifa, e duas vezes terceiro lugar. Behringer, apesar dos 31 anos, apareceu pela primeira vez entre as finalistas.