Abertamente gay e defensora de bandeiras de igualdade racial e de gênero, a atacante Megan Rapinoe, 33, decidiu travar um conflito direto com o presidente americano
Quando uma das maiores estrelas da seleção feminina de futebol dos Estados Unidos entrar em campo nesta sexta-feira (28), às 16h (de Brasília) não deve contar com a torcida de Donald Trump.
Abertamente gay e defensora de bandeiras de igualdade racial e de gênero, a atacante Megan Rapinoe, 33, decidiu travar um conflito direto com o presidente americano durante a Copa do Mundo feminina.
Às vésperas das quartas de final contra a França, donas da casa e um dos melhores times do torneio, Rapinoe afirmou em entrevista que não irá "à porra da Casa Branca" se as americanas conquistarem o tetracampeonato.
Trump reagiu. Na quarta (26) disse que ainda não havia convidado a jogadora ou a seleção para sua residência oficial e que Rapinoe precisava "vencer antes de falar."
"Ela não deveria desrespeitar nosso país, a Casa Branca ou a nossa bandeira, especialmente tendo em vista o muito que tem sido feito por ela e pelo time. Tenha orgulho da bandeira que você veste", retrucou o presidente.
A referência é em relação à postura de Rapinoe quando o Hino Nacional americano toca antes das partidas. Ela não canta e não leva a mão direita ao peito, como as demais jogadoras de sua seleção.