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Sandro Meira Ricci foi elogiado e pode trabalhar na fase decisiva do Mundial
O árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci apitou três jogos e atuou em mais três funções diferentes ao longo da Copa do Mundo. O brasileiro foi elogiado e chega à fase decisiva do Mundial como um dos principais candidatos para trabalhar na final do próximo dia 15, em Moscou. Ele é um dos dez profissionais com mais de uma partida entre os 36 nomeados pela Fifa e reúne uma série de atributos para a nomeação, como a familiaridade com o árbitro de vídeo e as atuações seguras no Mundial.
Ele apitou em Croácia 2 x 0 Nigéria, na primeira rodada do Grupo D, Dinamarca 0 x 0 França, na terceira rodada do Grupo C, e Rússia 2 x 2 Croácia, pelas quartas de final. Foi, ainda, árbitro de vídeo em Tunísia 1 x 2 Inglaterra, na terceira rodada do Grupo G, e quarto árbitro na abertura da Copa, em Rússia 5 x
0 Arábia Saudita, pelo Grupo A. Não houve marcações polêmicas ou erradas e a avaliação foi positiva em cada partida.
Além do aspecto técnico, também conta o conhecimento de Sandro Meira Ricci sobre o árbitro de vídeo - função que ele desempenhou ao longo do torneio, inclusive. O brasileiro foi o primeiro árbitro de vídeo da história da Copa Libertadores e usa a tecnologia na Conmebol, ao contrário do que ocorre com profissionais em outras federações.
Outro ponto a favor do brasileiro na disputa pela final da Copa do Mundo é que, em 2014, foi um dos quatro árbitros a ser escolhido para apitar as quartas de final na decisão entre Alemanha e Argentina, mas a vaga ficou para o italiano Nicola Rizzolli.
A última vez que um árbitro brasileiro apitou uma final de Copa foi em 1986, com Romualdo Arppi Filho. O Mundial daquele ano foi disputado no México e teve a Argentina como campeã, ao vencer a Alemanha por 3 x 2.