Reformulando o plantel para a temporada de 2020, o Atlético vê o número de atacantes disponíveis no grupo alvinegro cair
Reformulando o plantel para a temporada de 2020, o Atlético vê o número de atacantes disponíveis no grupo alvinegro cair. Desde o fim de 2019, o Galo já viu as saídas de quatro jogadores: Alerrandro (para o Red Bull Bragantino), Geuvânio (fim de contrato), Luan (para o V-Varen Nagasaki, do Japão) e o colombiano Yimmi Chará (para o Portland Timbers, dos EUA), respectivamente.
O Atlético, no entanto, não anunciou nenhum reforço para o setor ofensivo da equipe. O clube apenas pediu a volta do meia-atacante Edinho, que estava emprestado ao Fortaleza. Aliás, até agora, o diretor de futebol Rui Costa contratou apenas o lateral-direito Maílton, do Mirassol. A tendência é que os reforços apareçam assim que a pré-temporada iniciar na Cidade do Galo, na próxima quarta-feira (8).
Mesmo começando o ano com menos atacantes no plantel, o Galo ainda tenta se desfazer de dois jogadores do setor: Maicon Bolt e Ricardo Oliveira, que não foram bem na última temporada. A diretoria atleticana, portanto, deseja encontrar um clube para emprestar a dupla, mas o alto salário dos atletas é o principal entrave nas negociações.
Além dos dois citados, restam ainda mais outros dois nomes no setor ofensivo no grup o argentino Franco Di Santo e o jovem Marquinhos. Sem um grande orçamento para contratações, algumas peças do plantel podem surgir das categorias de base do Alvinegro.
Especulações. Com o plantel carente de atacantes, o Atlético teve alguns nomes especulados no mercado da bola neste início de pré-temporada. Sasha, centroavante do Santos, entrou no alvo do Galo, assim como Rossi, que esteve no Vasco da Gama.